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Análise das rentabilidades dos planos para setembro de 2024

Análise das rentabilidades dos planos para setembro de 2024

Primeiramente, cabe registrar que para os planos PS-II CD e Ser+, o que afeta o saldo de contas dos participantes é o resultado contábil dos ativos investidos.

A seguir, apresentamos os comentários da área técnica de investimentos do Serpros acerca dos resultados de setembro de 2024.

Boa leitura!

PS-I:

Em setembro, a cota contábil teve retorno de 0,10%, próximo ao da carteira de Investimentos.

A carteira de NTN-C (título público indexado ao IGP-M) teve contribuição positiva, com o índice de setembro fechando em +0,62%, principalmente pela alta de matérias primas agrícolas e da tarifa de energia elétrica.

A posição em NTN-B na curva (títulos públicos indexados ao IPCA mantidos até o seu vencimento) e que representa aproximadamente 46% da carteira, teve contribuição positiva; a posição de NTN-B a mercado, reconhecida pelo valor que é negociada diariamente, teve contribuição contrária, com a alta das taxas das NTN-B no mês de setembro.

O segmento de renda variável teve contribuição negativa, em linha com o Ibovespa (principal índice de ações local), que registrou queda de 3,08%.

O segmento estruturado teve desempenho neutro, próximo ao CDI, com o início do ciclo de baixa dos juros nos EUA e o pacote de incentivos do governo chinês, realinhando as expectativas em relação à trajetória dos juros e perspectivas de crescimento globais.

PS-II BD:

Em setembro, a cota contábil teve retorno de 0,02%, próximo ao da carteira de Investimentos.

A posição em NTN-B na curva (títulos públicos indexados ao IPCA mantidos até o seu vencimento) e que representa aproximadamente 53% da carteira, teve contribuição positiva; a posição de NTN-B a mercado, reconhecida pelo valor que é negociada diariamente, teve contribuição contrária, com a alta das taxas das NTN-B no mês de setembro.

O segmento de renda variável teve contribuição negativa, em linha com o Ibovespa (principal índice de ações local), que registrou queda de 3,08%.

O segmento estruturado teve desempenho neutro, próximo ao CDI, com o início do ciclo de baixa dos juros nos EUA e o pacote de incentivos do governo chinês, realinhando as expectativas em relação à trajetória dos juros e perspectivas de crescimento globais.

PS-II CD:

Em setembro, a cota contábil teve retorno de -0,03%, próximo ao da carteira de Investimentos.

A posição em NTN-B na curva (títulos públicos indexados ao IPCA mantidos até o seu vencimento) e que representa aproximadamente 53% da carteira, teve contribuição positiva; a posição de NTN-B a mercado, reconhecida pelo valor que é negociada diariamente, teve contribuição contrária, com a alta das taxas das NTN-B no mês de setembro.

O segmento de renda variável teve contribuição negativa, em linha com o Ibovespa (principal índice de ações local), que registrou queda de 3,08%.

O segmento estruturado teve desempenho neutro, próximo ao CDI, com o início do ciclo de baixa dos juros nos EUA e o pacote de incentivos do governo chinês, realinhando as expectativas em relação à trajetória dos juros e perspectivas de crescimento globais.

PGA:

A posição de NTN-B a mercado (reconhecida pelo valor que é negociada diariamente), teve contribuição contrária, com a alta das taxas das NTN-B no mês de setembro.

O segmento de renda variável teve contribuição negativa, em linha com o Ibovespa (principal índice de ações local), que registrou queda de 3,08%.

O segmento estruturado teve desempenho neutro, próximo ao CDI, com o início do ciclo de baixa dos juros nos EUA e o pacote de incentivos do governo chinês, realinhando as expectativas em relação à trajetória dos juros e perspectivas de crescimento globais.

Ser+:

Em setembro, a cota contábil teve retorno de 0,78%, próxima ao da carteira de Investimento. A carteira é composta 100% por títulos de renda fixa de curto prazo, que têm rendimento próximo da Selic (taxa básica de juros do Brasil) e do CDI (Certificado de Depósito Interbancário).