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Investimentos

Fevereiro 2026

RELATÓRIO MENSAL DOS INVESTIMENTOS

Cenário Macroeconômico

O mês de março ficou marcado pelas tensões geopolíticas, com o início da guerra entre EUA, Israel e Irã, apresentando papel relevante na dinâmica dos mercados globais. A intensificação dos conflitos contribuiu para a elevação dos preços do petróleo ao longo do período, adicionando pressão às expectativas inflacionárias globais e reforçando a postura mais cautelosa dos bancos centrais. Esse ambiente de maior incerteza também elevou a aversão ao risco, resultando em fluxos direcionados a ativos considerados mais seguros. Como consequência, observou-se impacto negativo sobre mercados emergentes, incluindo o Brasil, com reflexos na depreciação cambial, aumento da volatilidade e desempenho mais fraco dos ativos de risco ao longo do mês.


No Brasil houve o início do ciclo de flexibilização monetária, com o Comitê de Política Monetária reduzindo a taxa Selic de 15,00% para 14,75% ao ano, em um movimento mais cauteloso do que parte do mercado antecipava. A inflação apresentou comportamento mais adverso no curto prazo, com variação de 0,70% na leitura mensal, acima do esperado e sinais de maior persistência, especialmente nos componentes de serviços e itens mais inerciais. A atividade econômica segue em trajetória de crescimento moderado, refletindo os efeitos defasados do aperto monetário acumulado. O consumo das famílias ainda apresenta alguma resiliência, sustentado pelo mercado de trabalho, enquanto o investimento permanece limitado pelo custo de capital elevado e pela incerteza macroeconômica.


No mercado financeiro, março foi um mês de volatilidade para ativos de risco. O Ibovespa apresentou desempenho negativo de -0,70% no período, refletindo uma combinação de realização de lucros após o rali anterior, piora nas expectativas inflacionárias e um ambiente externo mais adverso. No mercado de câmbio, o real perdeu parte da valorização acumulada anteriormente, com o dólar voltando a operar em níveis mais elevados encerrando a R$ 5,22 com variação de 1,36%. Na renda fixa, a dinâmica ao longo da curva foi assimétrica. Os vértices mais curtos passaram a refletir a nova trajetória da política monetária, enquanto os juros longos permaneceram pressionados, incorporando a deterioração das expectativas de inflação e o risco fiscal.
No cenário internacional, os Estados Unidos seguem como principal vetor de influência. O Federal Reserve mantém postura cautelosa diante de uma inflação ainda persistente, o que tem levado ao adiamento do início do ciclo de cortes de juros. Além disso, as tensões geopolíticas, especialmente envolvendo o Oriente Médio, seguem pressionando os preços de commodities, em especial o petróleo, adicionando volatilidade ao cenário inflacionário global.


O ambiente permanece desafiador e segue condicionado, sobretudo, à evolução do quadro fiscal, à trajetória inflacionária e ao cenário internacional, que continua exercendo influência relevante sobre os ativos domésticos, principalmente pela dinâmica geopolítica e choque no preço do petróleo com a guerra do EUA, Israel e Irã.

Desempenho por Segmento PS-I

Para cada segmento de aplicação, plano e meta atuarial, a primeira coluna refere-se ao mês e a segunda coluna refere-se ao ano

Benchmarks definidos na Politica de Investimentos do Plano.

Rentabilidade passada não apresenta garantia de rentabilidade futura.

Comentários da Gestão PS-I

Em março, o plano PSI apresentou desempenho equivalente a 80% da meta atuarial. O segmento Renda Fixa, com as posições em títulos públicos indexados à inflação mantidos até o seu vencimento (NTN-B e NTN-C, 75,2% do plano), tiveram contribuição acima da meta atuarial, com destaque positivo da carteira de NTN-C, indexada ao IGP-M, que marcou 0,52% em março. A correção destes papéis é feita pela inflação e a taxa negociada no momento da compra. A taxa média da carteira de NTN-B é IPCA+6,09% a.a. e da NTN-C é IGP-M+5,92% a.a.


A posição em caixa (10,7%) rendeu 1,20% no mês, equivalente a 99,3% CDI, acima da meta atuarial.
O segmento de Renda Variável (8,0% do plano) teve contribuição negativa, reflexo do principal índice acionário brasileiro, que caiu 0,70%.


No segmento Estruturados (2,8% do plano), os Fundos Multimercados (2,3% do plano) encerraram o mês com contribuição negativa, afetados pela alta dos juros globais e das commodities, em especial do petróleo, em razão do conflito no Oriente Médio; os Fundos de Participações (0,5% do plano) apresentaram contribuição positiva, em função do desempenho de um dos fundos alocados.
O segmento imobiliário, representado pelo estoque dos imóveis e fundos imobiliários (2,4% do plano,) teve contribuição levemente negativa refletindo as despesas com os imóveis em vacância.


A posição de operações com participantes (0,9% do plano), representados pelos contratos de empréstimos, teve contribuição positiva, refletindo a média das taxas praticadas do estoque de contratos do plano.

Composição da Carteira do PS-I

¹O Segmento Estruturados se divide em Fundos Multimercados (fundos condominiais) e FIPs (Fundos de Participações – tratam-se de fundos monitorados, que eventualmente passam por grandes variações na medida em que são provisionados ou recuperados.

²A composição do plano leva em consideração as posições dos investimentos registradas na custódia e sistema de integração interna do Serpros

Histórico de Desempenho do PS-I

mar/19 – mar/26 – nesse periodo, os investimentos do Plano obtiveram 96% da meta atuarial e 123% do CDI.

Comparativo do PS-I com a média das EFPC

12 meses – comparativo com a média das EFPC – planos BD (fonte: ABRAPP – dados disponíveis até dez/25)

Atribuição de Desempenho do PS-I

A cota do plano leva em consideração o resultado dos investimentos, a despesa com taxa administrativa e possíveis atualizações de processos judiciais, explicando a variação observada em relação aos investimentos.

Desempenho por Segmento PS-II BD

¹ Para cada segmento de aplicação, plano e meta, a primeira coluna refere-se ao mês e a segunda coluna refere-se ao ano

Benchmarks definidos na Politica de Investimentos do Plano.

Rentabilidade passada não apresenta garantia de rentabilidade futura.

Comentários da Gestão PS-II BD

Em março, o plano PSII BD apresentou desempenho equivalente a 80% da meta atuarial. O segmento Renda Fixa, com as posições em títulos públicos indexados à inflação mantidos até o seu vencimento (NTN-B, 78,2% do plano), tiveram contribuição acima da meta atuarial. A correção destes papéis é feita pela inflação e a taxa negociada no momento da compra. A taxa média da carteira de NTN-B é IPCA+6,38% a.a.


A posição em caixa (5,6%) rendeu 1,20% no mês, equivalente a 99,3% CDI, acima da meta atuarial.
O segmento de Renda Variável (8,6% do plano) teve contribuição negativa, reflexo do principal índice acionário brasileiro, que caiu 0,70%.


No segmento Estruturados (6,9% do plano), os Fundos Multimercados (3,8% do plano) encerraram o mês com contribuição negativa, afetados pela alta dos juros globais e das commodities, em especial do petróleo, em razão do conflito no Oriente Médio; os Fundos de Participações (3,1% do plano) apresentaram contribuição positiva, em função do desempenho de um dos fundos alocados.


O segmento imobiliário, representado pelo estoque dos imóveis e fundos imobiliários (0,5% do plano,) teve contribuição levemente negativa refletindo as despesas com os imóveis em vacância.


A posição de operações com participantes (0,3% do plano), representados pelos contratos de empréstimos, teve contribuição positiva, refletindo a média das taxas praticadas do estoque de contratos do plano.

Composição da Carteira PS-II BD

¹O Segmento Estruturados se divide em Fundos Multimercados (fundos condominiais) e FIPs (Fundos de Participações – tratam-se de fundos monitorados, que eventualmente passam por grandes variações na medida em que são provisionados ou recuperados.

²A composição do plano leva em consideração as posições dos investimentos registradas na custódia e sistema de integração interna do Serpros

Histórico de Desempenho PS-II BD

mar/19 – mar26 – nesse período, os investimentos do Plano obtiveram 82% da meta atuarial e 103% do CDI.

Comparativo Abrapp PS-II BD

 12 meses – comparativo com a média das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC) – planos BD (fonte: ABRAPP – dados disponíveis até Dez/25)

Atribuição de Desempenho PS-II BD

Desempenho por Segmento PS-II CD

Para cada segmento de aplicação, plano e meta, a primeira coluna refere-se ao mês e a segunda coluna refere-se ao ano

Benchmarks definidos na Politica de Investimentos do Plano.

Rentabilidade passada não apresenta garantia de rentabilidade futura.

Comentários da Gestão PS-II CD

Em março, o plano PSII CD apresentou desempenho equivalente a 75% da meta atuarial. O segmento Renda Fixa, com as posições em títulos públicos indexados à inflação mantidos até o seu vencimento (NTN-B, 57,9% do plano), tiveram contribuição acima da meta atuarial. A correção destes papéis é feita pela inflação e a taxa negociada no momento da compra. A taxa média da carteira de NTN-B é IPCA+6,00% a.a.


A posição em caixa (25,6%) rendeu 1,20% no mês, equivalente a 99,3% CDI, acima da meta atuarial.
O segmento de Renda Variável (7,2% do plano) teve contribuição negativa, reflexo do principal índice acionário brasileiro, que caiu 0,70%.


No segmento Estruturados (3,7% do plano), os Fundos Multimercados (2,5% do plano) encerraram o mês com contribuição negativa, afetados pela alta dos juros globais e das commodities, em especial do petróleo, em razão do conflito no Oriente Médio; os Fundos de Participações (1,2% do plano) apresentaram contribuição positiva, em função do desempenho de um dos fundos alocados.


O segmento imobiliário, representado pelo estoque dos imóveis e fundos imobiliários (0,8% do plano,) teve contribuição negativa refletindo as despesas com os imóveis em vacância.


A posição de operações com participantes (1,8% do plano), representados pelos contratos de empréstimos, teve contribuição positiva, refletindo a média das taxas praticadas do estoque de contratos do plano.

Composição da Carteira PS-II CD

¹O Segmento Estruturados se divide em Fundos Multimercados (fundos condominiais) e FIPs (Fundos de Participações – tratam-se de fundos monitorados, que eventualmente passam por grandes variações na medida em que são provisionados ou recuperados.

²A composição do plano leva em consideração as posições dos investimentos registradas na custódia e sistema de integração interna do Serpros

Histórico de Desempenho PS-II CD

mar/19 – mar/26 – nesse periodo, os investimentos do Plano obtiveram 82% da meta atuarial e 103,5% do CDI.

Comparativo Abrapp PS-II CD

 12 meses – comparativo com a média das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC) – planos CD (fonte: ABRAPP – dados disponíveis até dez/25)

Atribuição de Desempenho PS-II CD

A cota do plano leva em consideração o resultado dos investimentos, a despesa com taxa administrativa e possíveis atualizações de processos judiciais, explicando a variação observada em relação aos investimentos.

Desempenho por Segmento Ser+

¹ Para cada segmento de aplicação, plano e meta, a primeira coluna refere-se ao mês e a segunda coluna refere-se ao ano

² Rentabilidade passada não apresenta garantia de rentabilidade futura.

Comentários da Gestão Ser+

No Ser+, a carteira é composta por títulos de renda fixa de curto prazo, que têm rendimento próximo da Selic (taxa básica de juros do Brasil) e do CDI (Certificado de Depósito Interbancário) e fundos de renda de fixa atrelados ao rendimento do CDI.

Em março, a rentabilidade da carteira de investimentos foi de 1,17% o equievalente a 96,5% do CDI, a meta de retorno do plano.

Composição da Carteira Ser+

Histórico de Desempenho Ser+

dez/23 – mar/26 – nesse periodo, os investimentos do Plano obtiveram 99% do CDI.

Comparativo Abrapp Ser+

12 meses – comparativo com a média das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC) – planos CD (fonte: ABRAPP – dados disponíveis até dez/25)

Maio 2025

Patrimônio dos Planos

Patrimônio do PS-II

R$5.846.314.272,70

Patrimônio do PS-I

R$2.970.779.232,31

Patrimônio do Plano Ser+

R$44.364.726,67

Patrimônio do Plano Administrativo (PGA)

R$97.274.045,85

Patrimônio do Serpros Consolidado

R$8.871.252.109,48

Painel de Investimento

As informações consolidadas do Painel de Investimentos Serpros estão disponíveis na Área Restrita do Participante, no tópico “Demonstrativos >> Investimentos >> Relatório de Investimentos >> Painel de Investimentos”.

Para consultar as informações do Painel de Governança de Investimentos encontram, acesse “Demonstrativos >> Investimentos >> Relatório de Investimentos >> Painel de Governança de Investimentos”.

Para acompanhar os Relatórios Gerenciais de Investimentos (RGI): “Demonstrativos >> Investimentos >> Relatório de Investimentos >> RGI”.

Demonstrativo de
Investimento

O Demonstrativo de Investimento (DI) é formado pela composição analítica das carteiras próprias, dos fundos de investimento e dos fundos de investimento em cotas de fundos de investimento dos quais o Serpros seja direta ou indiretamente cotista.

A quantidade e formato dos documentos variam de acordo com a legislação referente a cada ano.

Imóveis

O Serpros possui imóveis nas principais capitais do país. A lista desses imóveis está descrita nesta página.

Para solicitar informações, entre em contato com o SAP (0800 721 10 10 ).

Para enviar propostas de locação ou compra dos imóveis, cadastre a oferta no Sistema de Ofertas de Investimento (Ofin), no site https://ofin.serpros.com.br.

Para verificar os imóveis que estão disponíveis, navegue na descrição ao lado:

Transparência nos
Investimentos

A Política de Investimento compreende um conjunto de diretrizes e medidas que norteiam a gestão de longo prazo dos ativos dos planos de benefícios. A quantidade e a forma dos documentos variam de acordo com a legislação referente a cada ano.

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