Investimentos
Maio 2026
RELATÓRIO MENSAL DOS INVESTIMENTOS
Cenário Macroeconômico
O mês de maio foi marcado pelo aumento da aversão ao risco nos mercados globais, em meio à persistência das tensões geopolíticas no Oriente Médio e à deterioração das expectativas inflacionárias. No Brasil, a Selic foi mantida em 14,50% a.a., enquanto as projeções de inflação permaneceram próximas de 5%, reforçando a percepção de que o processo de flexibilização monetária poderá ocorrer de forma mais gradual. Os juros reais voltaram a subir ao longo do mês, com a taxa da NTN-B 2045 avançando de 7,19% para 7,37% a.a., refletindo o aumento dos prêmios exigidos pelos investidores.
O Ibovespa apresentou forte correção e encerrou maio com queda de 7,22%, impactado pela saída de investidores estrangeiros, pela abertura da curva de juros e pelo aumento das incertezas no cenário doméstico e internacional. No mercado de câmbio, o dólar (PTAX) subiu de R$ 4,99 para R$ 5,06, alta de 1,37%, acompanhando o movimento global de busca por ativos considerados mais seguros.
Nos Estados Unidos, o Federal Reserve (Fed) manteve a taxa básica de juros inalterada em 3,75% a.a. e reforçou a sinalização de cautela diante da inflação ainda acima da meta. Na Zona do Euro, o Banco Central Europeu (BCE) manteve os juros em 2,00% a.a., em um ambiente de inflação mais controlada e crescimento moderado. Na China, o crescimento econômico permaneceu próximo da meta oficial de 5%, sustentado por estímulos governamentais. Apesar das tensões no Oriente Médio, os impactos sobre a economia chinesa seguem limitados, enquanto a demanda do país continua contribuindo para a sustentação dos preços das commodities, favorecendo países exportadores como o Brasil.
Desempenho por Segmento PS-I
Para cada segmento de aplicação, plano e meta atuarial, a primeira coluna refere-se ao mês e a segunda coluna refere-se ao ano.
Meta atuarial INPC-1 + 5,08% a.a.
Benchmarks definidos na Politica de Investimentos do Plano.
*IFIX para os FIIs; para os imóveis físicos foram considerados retorno zero para os ativos em vacância, dada a imprevisibilidade de cenário de locação/alienação para os ativos, e considerando as condições de receitas atuais dos ativos locados.
Rentabilidade passada não apresenta garantia de rentabilidade futura.
Comentários da Gestão PS-I
Em maio, o plano PSI apresentou desempenho equivalente a 30% da meta atuarial. O segmento Renda Fixa, com as posições em títulos públicos indexados à inflação mantidos até o seu vencimento (NTN-B e NTN-C, 76% do plano), tiveram contribuição abaixo da meta atuarial. A razão foi o descasamento entre o INPC de abril, utilizado no cáculo da meta (0,81%) e o IPCA esperado para maio, que corrige a carteira de NTN-B (0,58%); a diferença entre os dois indices tende a se anular no longo prazo e ocorrem em momentos de mudança brusca nas expectativas de inflação refletindo, neste caso os efeitos da Guerra do Oriente. A correção destes papéis é feita pela inflação e a taxa negociada no momento da compra. A taxa média da carteira de NTN-B é IPCA+6,08% a.a. e da NTN-C é IGP-M+5,92% a.a.
A posição em caixa (11,1%) rendeu 1,10% no mês, equivalente a 102,3% CDI, abaixo da meta atuarial devido a alta da inflação no período analisado.
O segmento de Renda Variável (7,3% do plano) teve contribuição negativa, reflexo do principal índice acionário brasileiro, que caiu 7,22%.
No segmento Estruturados (2,8% do plano), os Fundos Multimercados (2,3% do plano) encerraram o mês com contribuição negativa, afetados principalmente por posições em renda variável; os Fundos de Participações (0,5% do plano) apresentaram contribuição neutra.
O segmento imobiliário, representado pelo estoque dos imóveis e fundos imobiliários (2,2% do plano,) teve contribuição negativa refletindo as despesas com os imóveis em vacância e a variação das cotas do fundo imobiliário presente na carteira.
A posição de operações com participantes (0,9% do plano), representados pelos contratos de empréstimos, teve contribuição positiva, refletindo a média das taxas praticadas do estoque de contratos do plano.
Composição da Carteira do PS-I
¹O Segmento Estruturados se divide em Fundos Multimercados (fundos condominiais) e FIPs (Fundos de Participações – tratam-se de fundos monitorados, que eventualmente passam por grandes variações na medida em que são provisionados ou recuperados.
²A composição do plano leva em consideração as posições dos investimentos registradas na custódia e sistema de integração interna do Serpros
Histórico de Desempenho do PS-I
jan/19 – abr/26 – nesse periodo, os investimentos do Plano obtiveram 95% da meta atuarial e 121% do CDI.
Comparativo do PS-I com a média das EFPC
12 meses – comparativo com a média das EFPC – planos BD (fonte: ABRAPP – dados disponíveis até dez/25)
Atribuição de Desempenho do PS-I
Atualização da Cota do PS-I
A cota do plano leva em consideração o resultado dos investimentos, a despesa com taxa administrativa e possíveis atualizações de processos judiciais, explicando a variação observada em relação aos investimentos.
Desempenho por Segmento PS-II BD
¹ Para cada segmento de aplicação, plano e meta, a primeira coluna refere-se ao mês e a segunda coluna refere-se ao ano
Meta atuarial INPC-1 + 5,00% a.a.
Benchmarks definidos na Politica de Investimentos do Plano.
*IFIX para os FIIs; para os imóveis físicos foram considerados retorno zero para os ativos em vacância, dada a imprevisibilidade de cenário de locação/alienação para os ativos, e considerando as condições de receitas atuais dos ativos locados.
Rentabilidade passada não apresenta garantia de rentabilidade futura.
Comentários da Gestão PS-II BD
Em maio, o plano PSII BD apresentou desempenho equivalente a 25% da meta atuarial. O segmento Renda Fixa, com as posições em títulos públicos indexados à inflação mantidos até o seu vencimento (NTN-B, 74% do plano), tiveram contribuição pouco abaixo da meta atuarial. A razão foi o descasamento entre o INPC de abril, utilizado no cáculo da meta (0,81%) e o IPCA esperado para maio, que corrige a carteira de NTN-B (0,58%); a diferença entre os dois indices tende a se anular no longo prazo e ocorrem em momentos de mudança brusca nas expectativas de inflação refletindo, neste caso os efeitos da Guerra do Oriente. A correção destes papéis é feita pela inflação e a taxa negociada no momento da compra. A taxa média da carteira de NTN-B é IPCA+6,38% a.a.
A posição em caixa (5,7%) rendeu 1,10% no mês, equivalente a 102,3% CDI, abaixo da meta atuarial devido a alta da inflação no período analisado.
O segmento de Renda Variável (7,9% do plano) teve contribuição negativa, reflexo do principal índice acionário brasileiro, que caiu 7,22%.
No segmento Estruturados (6,8% do plano), os Fundos Multimercados (3,8% do plano) encerraram o mês com contribuição negativa, afetados principalmente por posições em renda variável; os Fundos de Participações (3,0% do plano) apresentaram contribuição neutra.
O segmento imobiliário, representado pelo estoque dos imóveis e fundos imobiliários (0,4% do plano,) teve contribuição negativa refletindo as despesas com os imóveis em vacância e a variação das cotas do fundo imobiliário presente na carteira.
A posição de operações com participantes (0,3% do plano), representados pelos contratos de empréstimos, teve contribuição positiva, refletindo a média das taxas praticadas do estoque de contratos do plano.
Composição da Carteira PS-II BD
¹O Segmento Estruturados se divide em Fundos Multimercados (fundos condominiais) e FIPs (Fundos de Participações – tratam-se de fundos monitorados, que eventualmente passam por grandes variações na medida em que são provisionados ou recuperados.
²A composição do plano leva em consideração as posições dos investimentos registradas na custódia e sistema de integração interna do Serpros
Histórico de Desempenho PS-II BD
jan/19 – abr26 – nesse período, os investimentos do Plano obtiveram 81% da meta atuarial e 103% do CDI.
Comparativo Abrapp PS-II BD
12 meses – comparativo com a média das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC) – planos BD (fonte: ABRAPP – dados disponíveis até Dez/25)
Atribuição de Desempenho PS-II BD
Desempenho por Segmento PS-II CD
Para cada segmento de aplicação, plano e meta, a primeira coluna refere-se ao mês e a segunda coluna refere-se ao ano
Meta atuarial INPC-1 + 5,00% a.a.
Benchmarks definidos na Politica de Investimentos do Plano.
*IFIX para os FIIs; para os imóveis físicos foram considerados retorno zero para os ativos em vacância, dada a imprevisibilidade de cenário de locação/alienação para os ativos, e considerando as condições de receitas atuais dos ativos locados.
Rentabilidade passada não apresenta garantia de rentabilidade futura.
Comentários da Gestão PS-II CD
Em maio, o plano PSII CD apresentou desempenho equivalente a 33% da meta atuarial. O segmento Renda Fixa, com as posições em títulos públicos indexados à inflação mantidos até o seu vencimento (NTN-B, 53% do plano), tiveram contribuição pouco abaixo da meta atuarial. A razão foi o descasamento entre o INPC de abril, utilizado no cáculo da meta (0,81%) e o IPCA esperado para maio, que corrige a carteira de NTN-B (0,58%); a diferença entre os dois indices tende a se anular no longo prazo e ocorrem em momentos de mudança brusca nas expectativas de inflação refletindo, neste caso os efeitos da Guerra do Oriente. A correção destes papéis é feita pela inflação e a taxa negociada no momento da compra. A taxa média da carteira de NTN-B é IPCA+6,17% a.a.
A posição em caixa (27%) rendeu 1,10% no mês, equivalente a 102,3% CDI, abaixo da meta atuarial devido a alta da inflação no período analisado.
O segmento de Renda Variável (6,5% do plano) teve contribuição negativa, reflexo do principal índice acionário brasileiro, que caiu 7,22%.
No segmento Estruturados (3,7% do plano), os Fundos Multimercados (2,5% do plano) encerraram o mês com contribuição negativa, afetados principalmente por posições em renda variável; os Fundos de Participações (1,2% do plano) apresentaram contribuição neutra.
O segmento imobiliário, representado pelo estoque dos imóveis e fundos imobiliários (0,7% do plano,) teve contribuição negativa refletindo as despesas com os imóveis em vacância e a variação das cotas do fundo imobiliário presente na carteira.
A posição de operações com participantes (1,9% do plano), representados pelos contratos de empréstimos, teve contribuição positiva, refletindo a média das taxas praticadas do estoque de contratos do plano.
Composição da Carteira PS-II CD
¹O Segmento Estruturados se divide em Fundos Multimercados (fundos condominiais) e FIPs (Fundos de Participações – tratam-se de fundos monitorados, que eventualmente passam por grandes variações na medida em que são provisionados ou recuperados.
²A composição do plano leva em consideração as posições dos investimentos registradas na custódia e sistema de integração interna do Serpros
Histórico de Desempenho PS-II CD
jan/19 – abr/26 – nesse periodo, os investimentos do Plano obtiveram 81% da meta atuarial e 102% do CDI.
Comparativo Abrapp PS-II CD
12 meses – comparativo com a média das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC) – planos CD (fonte: ABRAPP – dados disponíveis até dez/25)
Atribuição de Desempenho PS-II CD
A cota do plano leva em consideração o resultado dos investimentos, a despesa com taxa administrativa e possíveis atualizações de processos judiciais, explicando a variação observada em relação aos investimentos.
Desempenho por Segmento Ser+
¹ Para cada segmento de aplicação, plano e meta, a primeira coluna refere-se ao mês e a segunda coluna refere-se ao ano
Meta de referência – 100% CDI
² Rentabilidade passada não apresenta garantia de rentabilidade futura.
Comentários da Gestão Ser+
No Ser+, a carteira é composta por títulos de renda fixa de curto prazo, que têm rendimento próximo da Selic (taxa básica de juros do Brasil) e do CDI (Certificado de Depósito Interbancário) e fundos de renda de fixa atrelados ao rendimento do CDI.
Em maio, a rentabilidade da carteira de investimentos foi de 1,09% o equivalente a 102% do CDI, a meta de retorno do plano.
Composição da Carteira Ser+
Histórico de Desempenho Ser+
jan/24 – abr/26 – nesse periodo, os investimentos do Plano obtiveram 99% do CDI.
Comparativo Abrapp Ser+
12 meses – comparativo com a média das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC) – planos CD (fonte: ABRAPP – dados disponíveis até dez/25)
Maio 2025
Patrimônio dos Planos
Patrimônio do PS-II
R$5.846.314.272,70
Patrimônio do PS-I
R$2.970.779.232,31
Patrimônio do Plano Ser+
R$44.364.726,67
Patrimônio do Plano Administrativo (PGA)
R$97.274.045,85
Patrimônio do Serpros Consolidado
R$8.871.252.109,48
Painel de Investimento
As informações consolidadas do Painel de Investimentos Serpros estão disponíveis na Área Restrita do Participante, no tópico “Demonstrativos >> Investimentos >> Relatório de Investimentos >> Painel de Investimentos”.
Para consultar as informações do Painel de Governança de Investimentos encontram, acesse “Demonstrativos >> Investimentos >> Relatório de Investimentos >> Painel de Governança de Investimentos”.
Para acompanhar os Relatórios Gerenciais de Investimentos (RGI): “Demonstrativos >> Investimentos >> Relatório de Investimentos >> RGI”.
Demonstrativo de
Investimento
O Demonstrativo de Investimento (DI) é formado pela composição analítica das carteiras próprias, dos fundos de investimento e dos fundos de investimento em cotas de fundos de investimento dos quais o Serpros seja direta ou indiretamente cotista.
A quantidade e formato dos documentos variam de acordo com a legislação referente a cada ano.
Imóveis
O Serpros possui imóveis nas principais capitais do país. A lista desses imóveis está descrita nesta página.
Para solicitar informações, entre em contato com o SAP (0800 721 10 10 ).
Para enviar propostas de locação ou compra dos imóveis, cadastre a oferta no Sistema de Ofertas de Investimento (Ofin), no site https://ofin.serpros.com.br.
Para verificar os imóveis que estão disponíveis, navegue na descrição ao lado:
Nome do Imóvel: Centro Empresarial Varig
Tipo: Comercial
Nome do Imóvel: Centro Empresarial Transatlântico
Tipo: Comercial
Nome do Imóvel: Belém
Tipo: Comercial
Nome do Imóvel: Hotel BH
Tipo: Hotel
Nome do Imóvel: Imóvel Botafogo
Tipo: Prédio comercial
Transparência nos
Investimentos
A Política de Investimento compreende um conjunto de diretrizes e medidas que norteiam a gestão de longo prazo dos ativos dos planos de benefícios. A quantidade e a forma dos documentos variam de acordo com a legislação referente a cada ano.




