Primeiramente, cabe registrar que para os planos PSII CD e Ser+, o que afeta o saldo de contas dos participantes é o resultado contábil dos ativos investidos.
A seguir, apresentamos os comentários da área técnica de investimentos do Serpros acerca dos resultados de julho de 2024.
Boa leitura!
PS-I:

Em julho, a cota contábil teve retorno de 1,31%, próximo ao da carteira de Investimentos.
A carteira de NTN-C (título público indexado ao IGP-M) teve contribuição favorável, com o índice de junho positivo (+0,61%), principalmente pela alta de matérias primas e bens intermediários, como minério de ferro e combustíveis.
A posição em NTN-B na curva (títulos públicos indexados ao IPCA mantidos até o seu vencimento) e que representa aproximadamente 47% da carteira, teve contribuição positiva; a posição de NTN-B a mercado, reconhecida pelo valor que é negociada diariamente, também teve contribuição positiva, com a queda das taxas das NTN-B no mês de julho.
O segmento de renda variável foi destaque positivo, em linha com o Ibovespa (principal índice de ações local), que registrou retorno de 3,02%.
O segmento estruturado teve impacto favorável, com o alívio no cenário de juros locais e no exterior, o que favoreceu as posições que apostavam na queda dos juros.
PS-II BD:

Em julho, a cota contábil teve retorno de 1,34%, próximo ao da carteira de Investimentos.
A posição em NTN-B na curva (títulos públicos indexados ao IPCA mantidos até o seu vencimento) e que representa aproximadamente 55% da carteira, teve contribuição positiva; a posição de NTN-B a mercado, reconhecida pelo valor que é negociada diariamente, também teve contribuição positiva, com a queda das taxas das NTN-B no mês de julho.
O segmento de renda variável foi destaque positivo, em linha com o Ibovespa (principal índice de ações local), que registrou retorno de 3,02%.
O segmento estruturado teve impacto favorável, com o alívio no cenário de juros locais e no exterior, o que favoreceu as posições que apostavam na queda dos juros.
PS-II CD:

Em julho, a cota contábil teve retorno de 1,34%, próximo ao da carteira de Investimentos.
A posição em NTN-B na curva (títulos públicos indexados ao IPCA mantidos até o seu vencimento) e que representa aproximadamente 55% da carteira, teve contribuição positiva; a posição de NTN-B a mercado, reconhecida pelo valor que é negociada diariamente, também teve contribuição positiva, com a queda das taxas das NTN-B no mês de julho.
O segmento de renda variável foi destaque positivo, em linha com o Ibovespa (principal índice de ações local), que registrou retorno de 3,02%.
O segmento estruturado teve impacto favorável, com o alívio no cenário de juros locais e no exterior, o que favoreceu as posições que apostavam na queda dos juros.
PGA:

Em julho, o PGA teve retorno de 1,18%. A posição de NTN-B a mercado, reconhecida pelo valor que é negociada diariamente, teve impacto positivo, com a queda das taxas das NTN-B no mês de julho.
A posição de títulos de renda fixa de curto prazo, que tem rendimento próximo da Selic (taxa básica de juros do Brasil), também contribuiu positivamente para a rentabilidade do plano.
O segmento de renda variável, embora represente apenas 1% do plano, teve impacto positivo, em linha com o Ibovespa (principal índice de ações local), que registrou retorno de 3,02%.
O segmento estruturado teve impacto favorável, com o alívio no cenário de juros locais e no exterior, o que favoreceu as posições que apostavam na queda dos juros.
O imóvel da antiga sede do Serpros no Rio de Janeiro, uma vez que está vago e não é mais utilizado como sede, foi incorporado ao balanço como parte dos recursos garantidores do plano em atendimento às normas contábeis aplicáveis as EFPC (CNPC e Previc), assim como as Normas internacionais (IFRS) e Pronunciamentos Técnicos do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) no Brasil; até a finalização do processo de sua destinação – locação ou venda, suas despesas ordinárias mensais deverão causar impacto negativo na carteira de investimentos.
Ser+:

Em julho, a cota contábil teve retorno de 0,85%, próxima ao da carteira de Investimento. A carteira é composta 100% por títulos de renda fixa de curto prazo, que têm rendimento próximo da Selic (taxa básica de juros do Brasil) e do CDI (Certificado de Depósito Interbancário).
20/8/2024


