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Análise das Rentabilidades dos planos para maio de 2024

Análise das Rentabilidades dos planos para maio de 2024

Confira abaixo a análise feita pela área técnica de investimentos do Serpros acerca dos resultados de maio de 2024. Destacamos que para os planos PSI, PSII e Ser+, o que afeta o saldo de contas dos participantes é o resultado contábil e, no caso do PGA, é informado apenas o resultado dos investimentos. Boa leitura!

PSI:

Em maio, a cota contábil teve retorno de 0,47%, próximo ao da carteira de Investimento.

A carteira de NTN-C (título público indexado ao IGP-M) teve contribuição favorável, com o índice de maio positivo (+0,89%) com alta principalmente no preço do minério de ferro e produtos agrícolas.

A posição em NTN-B na curva (títulos públicos indexados ao IPCA levados até o seu vencimento) e que representa aproximadamente 51% da carteira, também teve contribuição favorável. A posição de NTN-B a mercado, reconhecida pelo valor que é negociada diariamente, também teve impacto positivo, com a queda das taxas das NTN-B no mês de maio.

O segmento de renda variável foi destaque negativo, no entanto, em linha com o Ibovespa (principal índice de ações local), que registrou retorno de -3,04%.

O segmento estruturado teve impacto contrário, principalmente devido as estratégias em ações e juros domésticos pelos fundos multimercados.

PSII BD:

Em maio, a cota contábil teve retorno de 0,42%, próximo ao da carteira de Investimento.

A posição em NTN-B na curva (títulos públicos indexados ao IPCA levados até o seu vencimento) e que representa aproximadamente 60% da carteira, teve contribuição positiva. A posição de NTN-B a mercado, reconhecida pelo valor que é negociada diariamente, também teve impacto positivo, com a queda das taxas das NTN-B no mês de maio.

O segmento de renda variável foi destaque negativo, no entanto, em linha com o Ibovespa (principal índice de ações local), que registrou retorno de -3,04%.

O segmento estruturado teve impacto contrário, principalmente devido as estratégias em ações e juros domésticos pelos fundos multimercados.

PSII CD:

Em maio, a cota contábil teve retorno de 0,41%, próximo ao da carteira de Investimento.

A posição em NTN-B na curva (títulos públicos indexados ao IPCA levados até o seu vencimento) e que representa aproximadamente 60% da carteira, teve contribuição positiva. A posição de NTN-B a mercado, reconhecida pelo valor que é negociada diariamente, também teve impacto positivo, com a queda das taxas das NTN-B no mês de maio.

O segmento de renda variável foi destaque negativo, no entanto, em linha com o Ibovespa (principal índice de ações local), que registrou retorno de -3,04%.

O segmento estruturado teve impacto contrário, principalmente devido as estratégias em ações e juros domésticos pelos fundos multimercados.

PGA:

Em maio, o PGA teve retorno de 1,02%. A posição de NTN-B a mercado, reconhecida pelo valor que é negociada diariamente, e a posição de títulos de renda fixa de curto prazo, que tem rendimento próximo da Selic (taxa básica de juros do Brasil), contribuíram positivamente para a rentabilidade do plano.

O segmento de renda variável, embora represente apenas 1% do plano, teve impacto contrário, mas em linha com o Ibovespa (principal índice de ações local), que registrou retorno de -3,04%.

O segmento estruturado teve impacto contrário, principalmente devido as estratégias em ações e juros domésticos pelos fundos multimercados.

Ser+:

Em maio, a cota contábil teve retorno de 0,77%, próxima ao da carteira de Investimento. A carteira é composta 100% por títulos de renda fixa de curto prazo, que têm rendimento próximo da Selic (taxa básica de juros do Brasil) e do CDI (Certificado de Depósito Interbancário).

12/6/2024