Programa de Integridade fortalece o compromisso com a transparência, a ética e a governança

O Programa de Integridade, implementado pela atual Diretoria Executiva do Serpros em janeiro/2019, apresenta um conjunto de diretrizes, normativos e ações com o firme propósito de prevenir, detectar e corrigir desvios, fraudes, irregularidades e atos lesivos ao patrimônio dos Planos PS-I e PS-II.

 

Entre as ações implementadas, destacam-se: a reformulação do código de Conduta e Ética e do Regulamento Disciplinar, a criação do Comitê de Ética e a sistematização do Processo Decisório da entidade. Conheça cada uma delas.

 

Código de Conduta e Ética

Este código tem por objetivo estabelecer os princípios éticos e normas de conduta que devem orientar as relações internas e externas dos integrantes do Serpros. A reputação e a credibilidade da entidade são os ativos mais importantes de que dispomos, e os princípios éticos que orientam nossa atuação contribuem para a manutenção da imagem como entidade sólida e confiável perante nossos participantes ativos e/ou assistidos, patrocinadores e empregados em geral.

 

Comitê de Ética

A Diretoria Executiva instituiu em 16 de janeiro de 2019 o Comitê de Ética da entidade, com o objetivo de disseminar o Código de Ética e Conduta e analisar as denúncias realizadas por meio do canal de denúncias externo. São membros desse comitê: Alserinda Monteiro, Bianca Padilha, Bruno Brandão, Leonardo Peixoto (coordenador), Maria Cláudia Ornellas e Renato Silva.

 

Regulamento Disciplinar:

O documento está disponível no site e tem por objetivo regulamentar, no âmbito de atuação do SERPROS, a adoção das medidas administrativas necessárias à apuração de irregularidades cometidas por qualquer investigado, por ação ou omissão no exercício de suas atividades, bem como a aplicação de penalidades, quando for o caso.

 

Sistematização do Processo Decisório

A sistematização do Processo Decisório do Serpros, que já está totalmente digital, traz mais transparência e segurança às atividades de análise e manifestações técnicas das áreas envolvidas no processo de gestão, com a garantia da conformidade em cada etapa do processo decisório, facilitando auditorias.

 

Confira as novidades:

Canal de Denúncias

Em fase de implantação ainda no mês de maio, o Canal de Denúncias será a próxima ferramenta a ser disponibilizada para todos os empregados e participantes. Por meio dele, será possível denunciar fatos que não estejam de acordo com o Código de Ética, com os Valores do Serpros ou com as leis vigentes no País. O serviço de recebimento das denúncias será gerenciado por empresa independente e totalmente imparcial, garantindo o sigilo e a confidencialidade e ficará disponível 24h por dia.

Dentre as ações em fase de elaboração podemos citar também a Política Anticorrupção e a adesão ao Código de Autorregulação em Governança de Investimentos e de Governança Corporativa.

 

Segundo a presidente do Serpros, Ana Costi, desde que a diretoria assumiu em agosto de 2017, estão sendo implementadas uma série de medidas para fortalecer a governança do Fundo. “O Projeto Programa de Integridade nasce da necessidade de reforçar nosso compromisso com a transparência, ética e a governança. As medidas descritas no Programa servirão como referência para todos os membros dos órgãos estatutários, gerentes e empregados do Serpros ou cedidos, colaboradores de empresas contratadas, membros de comitês, participantes, beneficiários, assistidos e patrocinadores”.

 

14/5/2019

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Serpros 14 de maio de 2019 0 Comments

VRS sobe para R$ 392,35 em maio

O Valor de Referência Serpro II (VRS) foi atualizado em 10 de maio de 2019 para R$392,35, em cumprimento ao estabelecido no parágrafo único do artigo 27 do Regulamento do PS-II.

 

Essa unidade monetária é utilizada pelo Serpros na definição das contribuições variáveis e de risco; dos benefícios de auxílio-reclusão e auxílio-doença; dos valores mínimos dos benefícios de aposentadoria por invalidez e pensão por morte do participante ativo; dos tetos das rendas concedidas; e dos pecúlios por morte dos participantes assistidos.

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Serpros 14 de maio de 2019 0 Comments

Tabela de Reajustes dos aposentados é atualizada

Os aposentados do Serpros podem consultar a tabela de reajustes dos benefícios no site.

 

Tanto para o PS-I quanto para o PS-II, os benefícios dos assistidos são atualizados sempre com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) acumulado, que é apurado em maio. Acesse o site, no menu Planos e escolha o seu para visualizar a tabela.

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Serpros 14 de maio de 2019 0 Comments

Processo Eleitoral Serpros 2019: Por que votar?

Ser participante de uma previdência complementar vai um pouco além de contribuir todo mês para receber o benefício no futuro. Uma das vantagens de ser participante, seja na fase ativa ou na aposentadoria, é ter voz na escolha dos seus representantes. Ser atuante no processo eleitoral da sua entidade é um passo fundamental para o seu futuro.

 

O Processo Eleitoral do Serpros 2019 está começando. Em breve conheceremos os perfis dos novos candidatos aos conselhos Deliberativo e Fiscal. Suas experiências, conhecimentos e principalmente suas reputações, que devem ser ilibadas, são a base para utilizarmos o nosso instrumento de participação: o nosso voto.

 

Acompanhem os nossos informativos e entendam melhor sobre as eleições 2019 da entidade e como participar efetivamente da composição dos dirigentes da Gestão Serpros 2020-2022.

 

Vale lembrar que no Processo Eleitoral Serpros 2019, os participantes e assistidos poderão escolher 1 candidato para compor o Conselho Deliberativo e 1 para o Conselho Fiscal, ambos com dois suplentes cada, já que a renovação ocorre de forma parcial.

 

Para votar, será preciso acessar a Área Restrita. Aproveite para atualizar os seus dados cadastrais.

 

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Serpros 14 de maio de 2019 0 Comments

Carta do Gestor de Investimentos – março/2019

Ao longo do mês de fevereiro as expectativas para o crescimento global foram afetadas negativamente e de forma relativamente disseminada. De modo geral, diante deste novo cenário que se desenha, as expectativas em relação à condução da política monetária das economias centrais foram ajustadas, para contemplar o adiamento do processo de normalização e, consequentemente, manter as condições monetárias mais acomodatícias.

 

Nos Estados-Unidos, a publicação das Minutas da reunião de janeiro do FOMC (Comitê de Política Monetária do Federal Reserve) reforçou a mensagem original contida no Comunicado da decisão e na coletiva de imprensa com o presidente da instituição, Jerome Powell. Ou seja, revelou que os membros do Fed agirão com paciência e cautela, logo o cenário de novas altas de juros tornou-se mais improvável.

 

Diante da perspectiva de maior liquidez, os ativos de risco globais mantiveram a tendência de apreciação, de modo mais brando que o visto em janeiro e, com mais volatilidade devido às incertezas provocadas pela piora da perspectiva de crescimento. Além disso, as disputas no comércio internacional entre China e Estados Unidos também contribuem negativamente para o apetite a risco dos investidores.

 

No cenário doméstico, o IBGE publicou a primeira estimativa do PIB de 2018, com um crescimento de apenas 1,1%. É frustrante que, após uma longa e aguda recessão, que derrubou o PIB em quase 7%, o crescimento seja tão baixo, a despeito das condições monetárias expansionistas.

 

Este desarranjo é mais um efeito colateral produzido pelo crescimento desenfreado do Estado onde o excesso de setor público deprime o setor privado e esmaga a produtividade da economia brasileira.

 

É neste contexto que foi apresentada a proposta de Reforma da Previdência pelo novo Governo. O formato original é auspicioso e objetiva um ajuste de mais de 1,1 trilhão de reais ao longo dos próximos 10 anos. Sem dúvidas há pontos que serão reformulados nas Casas Legislativas e haverá alguma desidratação relativa ao número original do ajuste. Assim sendo, seu acompanhamento será de suma importância para definir os preços dos ativos de risco. Quanto mais robusta for a reforma e quanto mais hábil for o Governo em sua negociação, melhores serão as performances destes ativos.

 

Neste ambiente de revisões de crescimento para baixo, inflação sob controle e expectativas ainda favoráveis a uma tramitação de uma reforma a contento, o mercado financeiro embalou em uma onda de que o Banco Central poderia vir a cortar mais os juros e, com isso, as taxas caíram ainda mais, rentabilizando parte da alocação indexada à inflação e marcada a mercado.

 

Não obstante, o Copom – Comitê de Política Monetária do Banco Central – manteve a taxa Selic estável, no seu mínimo histórico, e deixou bem elevado o sarrafo para eventuais mudanças na taxa de juros. Fica claro que não será um estímulo monetário adicional que impulsionará a recuperação da atividade.

 

O tema é fiscal e o Banco Central evidencia isso em sua avaliação de que cautela, serenidade e perseverança têm sido úteis na condução da política monetária para alcançar o objetivo de manter a trajetória da inflação próxima à meta.

 

Como dito na Carta de Dez/18, bumpy road ahead, ou seja, doravante estrada acidentada! Em fevereiro, houve um pouco deste sacolejo mas, ainda assim, com a estratégia de alocação de riscos que implementamos conseguimos mitigar parte das perdas.

 

Marcelo Castello Branco – Gerente de Investimentos

 

11/3/2019

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Serpros 11 de março de 2019 0 Comments

Carta do Gestor de Investimentos – fevereiro/2019

O mês de janeiro mostrou o otimismo dos investidores em relação aos desafios de curto prazo do novo governo, e foi ainda mais estimulado pela consolidação de um cenário onde o processo de normalização das políticas monetárias nas economias desenvolvidas deve ocorrer em ritmo mais gradual do que se imaginava, apesar dos percalços verificados no processo de saída do Reino Unido do Bloco Europeu, o chamado, Brexit.

Partindo do cenário internacional, ao longo do mês a fragorosa derrota de Theresa May, no parlamento britânico, em relação aos termos do acordo negociado por ela e a Comissão Europeia reavivou os riscos de um desenlace desorganizado que pode ter consequência econômicas bastante negativas para a região.

Por outro lado, a tensão nas negociações diplomáticas das questões comerciais entre Estados Unidos e China arrefeceu e se sobrepôs inclusive aos dados mais fracos relacionados ao crescimento chinês. Na somatória, apesar das revisões para baixo de crescimento global, o risco de disruptura foi mitigado e a interpretação dos agentes financeiros sobre esta nova realidade favoreceu ativos de risco.

Na mesma linha, a expectativa de dados econômicos mais fracos já vinha pairando sobre o processo de normalização da política monetária americana, o que se consolidou em janeiro. Primeiro as declarações do presidente do Fed, Jerome Powell, ratificadas pela decisão do FOMC (Federal Open Market Committee), que indicou claramente que a autoridade monetária americana agirá, doravante, com paciência, mudando a linguagem de comunicação para algo bastante neutro, sem compromisso prévio com a continuidade das elevações de juros e redução do seu balanço.

Os mercados globais reagiram positivamente a esse conjunto de informações divulgadas como se pôde perceber na valorização das bolsas internacionais e, com isso, retomou-se, também, o entusiasmo doméstico com o novo governo. Poucas novidades foram reveladas no que tange o escopo das reformas que serão apresentadas pelo governo, em particular a da previdência, porém os rumores eram de que uma proposta auspiciosa estaria por vir, contribuindo para o ambiente de euforia.

Ademias, a declaração do ministro da economia, Paulo Guedes, em Davos, de que o governo estaria trabalhando para zerar o déficit primário ainda este ano repercutiu positivamente e fortaleceu o compromisso com a Agenda liberal e de redução do tamanho do Estado, em prol do dinamismo do setor privado.

 

Em relação aos dados econômicos, há surpresas positivas em indicadores de confiança, porém ainda não é possível verificar impactos sobre a economia real. De certa forma, há otimismo, mas a prudência requer moderação nas decisões de investimento dos agentes econômicos o que tem produzido o ambiente de baixo crescimento a despeito de toda a capacidade ociosa na economia.

 

A mudança desse cenário depende do desenrolar do jogo político e da manutenção de um entorno internacional favorável, como se configura até o momento. Porém, como sempre, há riscos importantes que não podem ser negligenciados. A reação dos mercados em janeiro parece um pouco excessiva considerando todos os fatores envolvidos.

 

Por fim, o cenário base continua sendo construtivo o que favorece nossa estratégia de incrementar, gradualmente, a utilização dos limites de risco dos planos de benefícios buscando uma rentabilidade superior para a carteira, em linha com os resultados alcançados até o momento com os novos investimentos.

 

Marcelo Castello Branco Pastor D’Oliveira – Economista e Gerente de Investimentos do Serpros

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Serpros 11 de fevereiro de 2019 0 Comments

Carta do Gestor de Investimentos – dezembro/2018

Em novembro os mercados internacionais seguiram voláteis. Dúvidas sobre o ritmo de continuidade do crescimento global ganharam espaço e derrubaram os preços dos ativos de risco. Neste sentido, o preço do barril de petróleo WTI passou de cerca de USD 65 para pouco mais de USD 50 e ilustra bem a desconfiança dos investidores em relação ao crescimento. Neste sentido, destacou-se o fim do corte de produção pelos países membros da OPEC, em julho, para compensar a queda de produção da Venezuela e embargos em relação ao Irã.

Além disso, a discussão sobre o ritmo de normalização da política monetária norte-americana voltou ao centro das atenções. Os investidores vêem riscos de que ao seguir reduzindo o tamanho do seu balanço o Fed pode afetar a liquidez do sistema financeiro de modo mais grave do que imagina, o que teria efeitos deletérios sobre a atividade econômica.

Por fim, apesar das altas e baixas, houve continuidade da tendência de apreciação do USD ante as principais divisas de países centrais e, obviamente, emergentes. Este cenário, combinado com os riscos de que a economia global possa experimentar desaquecimento nos próximos meses afetou negativamente as taxas de juros futuras dos títulos do Tesouro Americano de 10 anos, que voltaram a negociar abaixo da marca de 3% após terem chegado próximo às máximas recentes de 3,2%.

No cenário doméstico, a turbulência internacional teve seus impactos derrubando preços de ativos de risco e trazendo aumento de volatilidade. Apesar disso, a bolsa de valores conseguiu reverter as perdas do início do mês e alcançou novas máximas nos últimos dias do mês. Em contraponto, o Real se desvalorizou ante o dólar refletindo não apenas o componente global de apreciação do dólar, mas questões domésticas como a redução dos fluxos cambiais, em parte consequência dos efeitos da taxa de juros baixa que vem sendo mantida em função de a inflação estar bem-comportada e do movimento.

Em relação às questões políticas, o mercado segue tentando entender quais serão as medidas práticas adotadas pelo novo governo para endereçar as questões fiscais que são, sem dúvidas, as mais importantes para subsidiar um processo de recuperação econômica sólido e de médio e longo prazo. Cabe destacar, uma vez mais, que dentro dos ajustes necessários, o principal deles será a reforma da previdência, que se configura no maior fator de risco de curto prazo já que, caso a expectativa de aprovação rápida seja frustrada, haverá uma substancial reprecificação dos ativos de risco.

Em relação ao futuro, seguimos com uma visão construtiva em relação ao Brasil e ao cenário internacional. Os episódios de maior volatilidade não sugerem que estejamos na iminência de uma nova crise, apesar de requerem a cautela adequada. Além disso, com a recente redução das taxas de juros futuras, inclusive indexadas a inflação, fica claro que o trabalho de diversificação dos investimentos do ativo gerido será inevitável para que se alcancem os resultados pretendidos nos planos de benefícios.

Neste sentido, seguimos com a estratégia de fazer investimentos em gestores terceirizados cuja expertise permita retornos satisfatórios neste ambiente econômico. Ao longo do mês de novembro selecionamos alguns gestores de fundos multimercados exatamente por entender que diante do aumento de volatilidade, essa classe de ativos apresenta uma relação entre risco e retorno coerente com a que pretendemos que nossa carteira de ativos reflita.

 

Marcelo Castello Branco – Gerente de Investimentos

 

 

26/12/2018

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Serpros 26 de dezembro de 2018 0 Comments

Carta do Gestor de Investimentos – novembro/2018

Finalmente, o cenário político eleitoral encerrou seu ciclo e a vitória de Jair Bolsonaro como Presidente-eleito do Brasil permite a análise econômica de uma Agenda liberal. Não há dúvidas de que os desafios são enormes e que a situação fiscal é periclitante, porém o novo governo traz uma Agenda liberal apoiada no combate à corrupção e no encolhimento do Leviatã, o que é suficiente para estabelecer uma trajetória de recuperação da confiança do empresariado na retomada do crescimento econômico.

 

A resposta mais imediata veio dos ativos de mais risco, que precificaram uma lua de mel para o novo governo. Mesmo com a bolsa americana (S&P500) caindo aproximadamente 7%, o Ibovespa conseguiu subir quase 10%, em outubro. Cabe destacar que, em larga medida, este comportamento se deve à antecipação de que reformas serão implementadas e que o Estado irá ceder espaço à iniciativa privada na geração de riqueza.

 

Não obstante, o desafio é muito grande e, logo na largada, o novo governo precisará construir credibilidade em torno do seu entendimento de qual é o ajuste fiscal que precisará ser feito. As iniciativas de retomar as discussões relativas à reforma da previdência são muito positivas e mostram que o novo governo tem bastante consciência de que estes ajustes são inexoráveis.

 

Por outro lado, não se pode negligenciar o risco de que o jogo político de grupos de interesses específicos possa atrapalhar o processo de implementação destas medidas. Assim, as consequências poderiam se materializar em atrasos em relação aos cronogramas reformistas ou mesmo na adoção de variantes light da Agenda original. Em ambos os casos, a lua de mel teria fim trágico para os mercados financeiros, pois sinalizaria a incapacidade de resolver problemas estruturais da economia brasileira.

 

No cenário externo, o processo de continuidade da normalização da política monetária segue como o principal fator de risco. A cada elevação de juros promovida pelo Federal Reserve, parte do excesso de liquidez global vai sendo dragado para fora do sistema financeiro global. Como disse Warren Buffet, “é quando a maré baixa que vemos quem estava nadando pelado”. Neste sentido, o aumento dos juros americanos faz com que outros investimentos se tornem menos atraentes e, consequentemente, a economia americana passa a absorver recursos disponíveis, tornando mais caro o crédito a economias emergentes.

 

É diante deste cenário desafiador que as alocações de risco devem ser executadas e, assim, estamos gradualmente ajustando as alocações dos planos de benefícios que gerimos para buscar maiores retornos sem incorrer em riscos desproporcionais.

 

Marcelo Castello Branco – Gerente de Investimentos

 

14/11/2018

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Serpros 14 de novembro de 2018 0 Comments