Investimentos
Julho 2026
RELATÓRIO MENSAL DOS INVESTIMENTOS
Cenário Macroeconômico
O mês de julho foi marcado pela retomada da escalada do conflito no Oriente Médio, com ataques dos Estados Unidos e da Arábia Saudita contra forças aliadas ao Irã no Iraque, levando o petróleo a subir mais de 20% no mês. No Brasil, a Selic ficou estável em 14,25% a.a., enquanto o Boletim Focus seguiu projetando a taxa em 14,00% ao final de 2026. A inflação corrente desacelerou, com o IPCA-15 de julho em apenas 0,06%, reforçando as apostas em um novo corte de juros na reunião de agosto. Os juros reais tiveram trajetória mista ao longo do mês, pressionados no início por risco fiscal e tensões geopolíticas e aliviados na reta final com o arrefecimento das apostas de alta de juros nos Estados Unidos.
O Ibovespa encerrou julho com o primeiro mês de alta após quatro meses seguidos de queda, subindo 3,47% e acumulando ganho de 10,47% em 2026, impulsionado pela temporada de balanços e pela recuperação das bolsas americanas na reta final do mês. No mercado de câmbio, o dólar (PTAX) recuou para R$ 5,08, queda de 1,82% no mês, interrompendo dois meses seguidos de valorização da moeda americana e refletindo a alta do petróleo e a cautela do Federal Reserve em relação a novas altas de juros.
Nos Estados Unidos, o Federal Reserve manteve a taxa básica de juros inalterada entre 3,50% e 3,75% a.a. pela quinta vez consecutiva, em decisão dividida (9 a 3), enquanto o governo Trump confirmou uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros, com vigência desde 22 de julho. Na Zona do Euro, o Banco Central Europeu manteve as taxas de juros inalteradas após a alta de junho, com a taxa de depósito em 2,25% a.a., sinalizando possível nova alta em setembro. Na China, o PMI industrial surpreendeu negativamente, recuando para 49,2 pontos e registrando a primeira contração em cinco meses, pressionado pela demanda doméstica ainda fraca.
Desempenho por Segmento PS-I
Para cada segmento de aplicação, plano e meta atuarial, a primeira coluna refere-se ao mês e a segunda coluna refere-se ao ano.
Meta atuarial INPC-1 + 5,08% a.a.
Benchmarks definidos na Politica de Investimentos do Plano.
*IFIX para os FIIs; para os imóveis físicos foram considerados retorno zero para os ativos em vacância, dada a imprevisibilidade de cenário de locação/alienação para os ativos, e considerando as condições de receitas atuais dos ativos locados.
Rentabilidade passada não apresenta garantia de rentabilidade futura.
Comentários da Gestão PS-I
Em julho, o plano PSI apresentou desempenho equivalente a 132% da meta atuarial. O segmento Renda Fixa, com as posições em títulos públicos indexados à inflação mantidos até o seu vencimento (NTN-B e NTN-C, 76% do plano), tiveram contribuição acima da meta atuarial, em razão da aderência da carteira ao índice IPCA e taxa média acima da meta. A correção destes papéis é feita pela inflação e a taxa negociada no momento da compra; a taxa média da carteira de NTN-B é IPCA+6,08% a.a. e da NTN-C é IGP-M+5,92% a.a. O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), encerrou junho com queda de -1,16%, tendo constituido o principal detrator da carteira de renda fixa no mês, no entanto sem comprometer o resultado.
A posição em caixa (10,6%) rendeu 1,24% no mês, acima da meta atuarial, equivalente a 102,1% CDI, com a melhora no retorno dos fundos de renda fixa investidos em razão da diversificação em ativos de crédito bancário.
O segmento de Renda Variável (7,6% do plano) teve contribuição positiva, reflexo do principal índice acionário brasileiro, que subiu 3,47%.
No segmento Estruturados (2,7% do plano), os Fundos Multimercados (2,3% do plano) encerraram o mês com contribuição positiva, no entanto abaixo do CDI, com o impasse entre EUA e Irã no acordo de paz no Oriente Médio e a piora no ambiente de risco global; os Fundos de Participações (0,4% do plano) apresentaram contribuição neutra.
O segmento imobiliário, representado pelo estoque dos imóveis e fundos imobiliários (1,9% do plano,) teve contribuição negativa, refletindo as despesas com os imóveis em vacância e a variação das cotas do fundo imobiliário presente na carteira.
A posição de operações com participantes (1,0% do plano), representados pelos contratos de empréstimos, teve contribuição positiva, refletindo a média das taxas praticadas do estoque de contratos do plano.
Composição da Carteira do PS-I
¹O Segmento Estruturados se divide em Fundos Multimercados (fundos condominiais) e FIPs (Fundos de Participações – tratam-se de fundos monitorados, que eventualmente passam por grandes variações na medida em que são provisionados ou recuperados.
²A composição do plano leva em consideração as posições dos investimentos registradas na custódia e sistema de integração interna do Serpros
Histórico de Desempenho do PS-I
jan/19 – jul/26 – nesse periodo, os investimentos do Plano obtiveram 95% da meta atuarial e 119% do CDI..
Comparativo do PS-I com a média das EFPC
12 meses – comparativo com a média das EFPC – planos BD (fonte: ABRAPP – dados disponíveis até fev/26)
Atribuição de Desempenho do PS-I
Atualização da Cota do PS-I
A cota do plano leva em consideração o resultado dos investimentos, a despesa com taxa administrativa e possíveis atualizações de processos judiciais, explicando a variação observada em relação aos investimentos.
Desempenho por Segmento PS-II BD
¹ Para cada segmento de aplicação, plano e meta, a primeira coluna refere-se ao mês e a segunda coluna refere-se ao ano
Meta atuarial INPC-1 + 5,00% a.a.
Benchmarks definidos na Politica de Investimentos do Plano.
*IFIX para os FIIs; para os imóveis físicos foram considerados retorno zero para os ativos em vacância, dada a imprevisibilidade de cenário de locação/alienação para os ativos, e considerando as condições de receitas atuais dos ativos locados.
Rentabilidade passada não apresenta garantia de rentabilidade futura.
Comentários da Gestão PS-II BD
Em julho, o plano PSII BD apresentou desempenho equivalente a 176% da meta atuarial. O segmento Renda Fixa, com as posições em títulos públicos indexados à inflação mantidos até o seu vencimento (NTN-B, 75,1% do plano), tiveram contribuição acima da meta atuarial, em razão da aderência da carteira ao índice IPCA e taxa média acima da meta. A correção destes papéis é feita pela inflação e a taxa negociada no momento da compra; a taxa média da carteira de NTN-B é IPCA+6,38%.
A posição em caixa (4,8%) rendeu 1,24% no mês, acima da meta atuarial, equivalente a 102,1% CDI, com a melhora no retorno dos fundos de renda fixa investidos em razão da diversificação em ativos de crédito bancário.
O segmento de Renda Variável (8,2% do plano) teve contribuição positiva, reflexo do principal índice acionário brasileiro, que subiu 3,47%.
No segmento Estruturados (6,8% do plano), os Fundos Multimercados (3,8% do plano) encerraram o mês com contribuição positiva, no entanto abaixo do CDI, com o impasse entre EUA e Irã no acordo de paz no Oriente Médio e a piora no ambiente de risco global; os Fundos de Participações (3,0% do plano) apresentaram contribuição neutra.
O segmento imobiliário, representado pelo estoque dos imóveis e fundos imobiliários (0,4% do plano) teve contribuição negativa, refletindo as despesas com os imóveis em vacância e a variação das cotas do fundo imobiliário presente na carteira.
A posição de operações com participantes (0,3% do plano), representados pelos contratos de empréstimos, teve contribuição positiva, refletindo a média das taxas praticadas do estoque de contratos do plano.
Composição da Carteira PS-II BD
¹O Segmento Estruturados se divide em Fundos Multimercados (fundos condominiais) e FIPs (Fundos de Participações – tratam-se de fundos monitorados, que eventualmente passam por grandes variações na medida em que são provisionados ou recuperados.
²A composição do plano leva em consideração as posições dos investimentos registradas na custódia e sistema de integração interna do Serpros
Histórico de Desempenho PS-II BD
jan/19 – jul/26 – nesse periodo, os investimentos do Plano obtiveram 81% da meta atuarial e 100% do CDI.
Comparativo Abrapp PS-II BD
12 meses – comparativo com a média das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC) – planos BD (fonte: ABRAPP – dados disponíveis até Fev/26)
Atribuição de Desempenho PS-II BD
Desempenho por Segmento PS-II CD
Para cada segmento de aplicação, plano e meta, a primeira coluna refere-se ao mês e a segunda coluna refere-se ao ano
Meta atuarial INPC-1 + 5,00% a.a.
Benchmarks definidos na Politica de Investimentos do Plano.
*IFIX para os FIIs; para os imóveis físicos foram considerados retorno zero para os ativos em vacância, dada a imprevisibilidade de cenário de locação/alienação para os ativos, e considerando as condições de receitas atuais dos ativos locados.
Rentabilidade passada não apresenta garantia de rentabilidade futura.
Comentários da Gestão PS-II CD
Em julho, o plano PSII CD apresentou desempenho equivalente a 199% da meta atuarial. O segmento Renda Fixa, com as posições em títulos públicos indexados à inflação mantidos até o seu vencimento (NTN-B, 54,5% do plano), tiveram contribuição acima da meta atuarial, em razão da aderência da carteira ao índice IPCA e taxa média acima da meta. A correção destes papéis é feita pela inflação e a taxa negociada no momento da compra; a taxa média da carteira de NTN-B é IPCA+6,17%.
A posição em caixa (28,5%) rendeu 1,24% no mês, acima da meta atuarial, equivalente a 102,1% CDI, com a melhora no retorno dos fundos de renda fixa investidos em razão da diversificação em ativos de crédito bancário.
O segmento de Renda Variável (6,7% do plano) teve contribuição positiva, reflexo do principal índice acionário brasileiro, que subiu 3,47%.
No segmento Estruturados (3,6% do plano), os Fundos Multimercados (2,5% do plano) encerraram o mês com contribuição positiva, no entanto abaixo do CDI, com o impasse entre EUA e Irã no acordo de paz no Oriente Médio e a piora no ambiente de risco global; os Fundos de Participações (1,1% do plano) apresentaram contribuição neutra.
O segmento imobiliário, representado pelo estoque dos imóveis e fundos imobiliários (0,7% do plano) teve contribuição negativa, refletindo as despesas com os imóveis em vacância e a variação das cotas do fundo imobiliário presente na carteira.
A posição de operações com participantes (2,0% do plano), representados pelos contratos de empréstimos, teve contribuição positiva, refletindo a média das taxas praticadas do estoque de contratos do plano.
Composição da Carteira PS-II CD
¹O Segmento Estruturados se divide em Fundos Multimercados (fundos condominiais) e FIPs (Fundos de Participações – tratam-se de fundos monitorados, que eventualmente passam por grandes variações na medida em que são provisionados ou recuperados.
²A composição do plano leva em consideração as posições dos investimentos registradas na custódia e sistema de integração interna do Serpros
Histórico de Desempenho PS-II CD
jan/19 – jul/26 – nesse periodo, os investimentos do Plano obtiveram 82% da meta atuarial e 101% do CDI.
Comparativo Abrapp PS-II CD
12 meses – comparativo com a média das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC) – planos CD (fonte: ABRAPP – dados disponíveis até fev/26)
Atribuição de Desempenho PS-II CD
A cota do plano leva em consideração o resultado dos investimentos, a despesa com taxa administrativa e possíveis atualizações de processos judiciais, explicando a variação observada em relação aos investimentos.
Desempenho por Segmento Ser+
¹ Para cada segmento de aplicação, plano e meta, a primeira coluna refere-se ao mês e a segunda coluna refere-se ao ano
Meta de referência – 100% CDI
² Rentabilidade passada não apresenta garantia de rentabilidade futura.
Comentários da Gestão Ser+
No Ser+, a carteira é composta por títulos de renda fixa de curto prazo, que têm rendimento próximo da Selic (taxa básica de juros do Brasil) e do CDI (Certificado de Depósito Interbancário) e fundos de renda de fixa atrelados ao rendimento do CDI.
Em julho, a rentabilidade da carteira de investimentos foi de 1,23% o equivalente a 100,82% do CDI, a meta de retorno do plano.
Composição da Carteira Ser+
Histórico de Desempenho Ser+
jan/24 – jul/26 – nesse periodo, os investimentos do Plano obtiveram 99% do CDI.
Comparativo Abrapp Ser+
12 meses – comparativo com a média das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC) – planos CD (fonte: ABRAPP – dados disponíveis até fev/26)
Maio 2025
Patrimônio dos Planos
Patrimônio do PS-II
R$5.846.314.272,70
Patrimônio do PS-I
R$2.970.779.232,31
Patrimônio do Plano Ser+
R$44.364.726,67
Patrimônio do Plano Administrativo (PGA)
R$97.274.045,85
Patrimônio do Serpros Consolidado
R$8.871.252.109,48
Painel de Investimento
As informações consolidadas do Painel de Investimentos Serpros estão disponíveis na Área Restrita do Participante, no tópico “Demonstrativos >> Investimentos >> Relatório de Investimentos >> Painel de Investimentos”.
Para consultar as informações do Painel de Governança de Investimentos encontram, acesse “Demonstrativos >> Investimentos >> Relatório de Investimentos >> Painel de Governança de Investimentos”.
Para acompanhar os Relatórios Gerenciais de Investimentos (RGI): “Demonstrativos >> Investimentos >> Relatório de Investimentos >> RGI”.
Demonstrativo de
Investimento
O Demonstrativo de Investimento (DI) é formado pela composição analítica das carteiras próprias, dos fundos de investimento e dos fundos de investimento em cotas de fundos de investimento dos quais o Serpros seja direta ou indiretamente cotista.
A quantidade e formato dos documentos variam de acordo com a legislação referente a cada ano.
Imóveis
O Serpros possui imóveis nas principais capitais do país. A lista desses imóveis está descrita nesta página.
Para solicitar informações, entre em contato com o SAP (0800 721 10 10 ).
Para enviar propostas de locação ou compra dos imóveis, cadastre a oferta no Sistema de Ofertas de Investimento (Ofin), no site https://ofin.serpros.com.br.
Para verificar os imóveis que estão disponíveis, navegue na descrição ao lado:
Nome do Imóvel: Centro Empresarial Varig
Tipo: Comercial
Nome do Imóvel: Centro Empresarial Transatlântico
Tipo: Comercial
Nome do Imóvel: Belém
Tipo: Comercial
Nome do Imóvel: Hotel BH
Tipo: Hotel
Nome do Imóvel: Imóvel Botafogo
Tipo: Prédio comercial
Transparência nos
Investimentos
A Política de Investimento compreende um conjunto de diretrizes e medidas que norteiam a gestão de longo prazo dos ativos dos planos de benefícios. A quantidade e a forma dos documentos variam de acordo com a legislação referente a cada ano.
Ofertas de Investimentos
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