Serpros decifra: o que é impairment

06/04/2018
A expressão já foi divulgada em alguns dos painéis contábeis e de investimento do Serpros, mas nem todos os participantes estão cientes do seu significado. Em resumo, impairment é a situação na qual o valor de um ativo é registrado como sendo maior do que a quantia pela qual ele poderia ser vendido. Ou seja, é a desvalorização do ativo. Na prática, quer dizer que as empresas devem avaliar, periodicamente, os ativos que geram resultados antes de contabilizá-los no balanço.
O teste de impairment ou teste de recuperabilidade é utilizado para mensurar a capacidade de recuperação do valor contábil de um ativo (ou grupos de ativos) de longa duração.
Se nos resultados do teste for verificado que o ativo em questão está avaliado por valor não recuperável no futuro, a empresa deverá realizar a baixa contábil da diferença no resultado. Caso o valor recuperável for maior que o contabilizado, o ativo deverá permanecer com o valor original registrado.
O teste tornou-se obrigatório com a Lei 11.638/07, como forma de as empresas verificarem os valores de seus ativos que geram resultados antes de contabilizá-los no balanço patrimonial.

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serpros 6 de abril de 2018 0 Comentários

Opções de Refinanciamento e Informe de Empréstimos vão ao ar nesta segunda-feira

02/03/2018
O sistema de empréstimos terá, a partir da próxima segunda-feira (5/3), dois novos módulos: Refinanciamento e Informe de Empréstimo.
Como refinanciar:
Para refinanciar um empréstimo ativo, basta seguir as instruções a seguir;
1) Acesse a área restrita no site do Serpros, preencha os campos CPF, senha e código captcha e em seguida clique no menu Empréstimos >> Empréstimo.
2) Ao entrar no novo sistema, leia com atenção as instruções para contratação de empréstimos que aparecem na tela e em seguida clique em Ciente para prosseguir.
3) Na tela seguinte, confirme seus dados de endereço e contato, informe os seus Dados Bancários de Crédito (código do banco, da agência e da conta, com dígito caso possua) e clique em Avançar. ATENÇÃO: Esses dados serão utilizados apenas para geração de contratos, portanto não serão atualizados na base de dados.
4) Após as confirmações, você será direcionado para a aba Financeiro.
5) Na tela seguinte, marque o(s) contrato(s) que deseja refinanciar e em seguida clique em Recalcular Valores para saber o valor máximo disponível.
6) Na caixa Opção de Simulação, marque a forma de solicitação desejada (Valor Líquido ou Valor da Prestação). No campo ao lado, informe o valor desejado, de acordo com a margem disponível. Clique em Avançar.
7) Leia com atenção as opções de parcelas que aparecem na tela seguinte (Opções de Prazo) e selecione a que estiver de acordo.
8) Caso deseje alterar o número de parcelas, clique em Voltar. Para fazer outra simulação, clique em Nova Simulação. Se estiver de acordo com o proposto, clique em Finalizar.
9) Após as verificações, clique em Ciente se estiver de acordo ou em Cancelar Simulação se precisar retornar.
10) Leia com atenção as instruções para contratação de empréstimos que aparecem na tela e em seguida clique em Ciente para prosseguir.
11) Após esse passo, o seu contrato de empréstimos será gerado em outra aba, no formato PDF. ATENÇÃO: Caso o documento não abra, considere verificar o desbloqueio de pop-ups em seu navegador.
12) Pronto, contrato efetuado. Após imprimir o documento, envie para o Serpros, datado e assinado pelas duas testemunhas, por malote especial do Serpro ou Sedex.
Como visualizar o Informe de Empréstimo:
Para acessar o Informe de Empréstimo e visualizar a relação anual dos valores que foram pagos em 2017, para fins de imposto de renda, basta clicar na opção Informe de Empréstimo, verificar seus dados e clicar em Imprimir.

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serpros 2 de março de 2018 0 Comentários

Atenção ao cronograma de empréstimos neste mês

02/03/2018
Para alinhar a concessão de empréstimos do Serpros à data de corte da folha de pagamento do Serpro, o cronograma de empréstimos de março terá as seguintes alterações: os contratos que chegarem ao Serpros devidamente preenchidos a partir das 15h do dia 6/3/2018 até as 15h do dia 13/3 serão creditados em 15 de março.
 
Leia também:
Regulamento de empréstimos

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serpros 2 de março de 2018 0 Comentários

Serpros decifra: o que são ações?

02/03/2018
O sistema financeiro é formado pelas regras, instituições, produtos e instrumentos que viabilizam e controlam a transferência de recursos ou ativos financeiros entre pessoas físicas e jurídicas que possuem dinheiro para investir (poupadores) e as que necessitam de dinheiro “emprestado” (tomadores). O Serpros, como gestor de poupança previdenciária, participa do sistema investindo os recursos dos participantes dos planos.
Os principais tomadores são o Governo Federal, quando emite títulos públicos, e as empresas, quando emitem debêntures e outros títulos privados, além das ações.
Explicando melhor, quando uma empresa tem potencial para crescer e precisa de novos investimentos, pode tomar dinheiro emprestado com o banco, mas também pode obtê-lo emitindo ações, uma opção mais barata do que pagar juros altos aos bancos. As ações são papéis ou títulos de propriedade que representam a menor parte do capital social da empresa.
As ações podem ser compradas por pessoas físicas e/ou jurídicas, que irão ter lucro ou prejuízo negociando-as com outros investidores. O valor da ação é determinado pela demanda, ou seja, oferta e procura entre os investidores. Há papéis que também pagam dividendos, uma pequena parcela de lucro da empresa, ao investidor.
Para impulsionar o mercado de capitais, a responsabilidade dos acionistas sobre as obrigações sociais, como dívidas de uma empresa, passou a ser limitada ao valor pago (preço) pelas ações adquiridas.

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serpros 2 de março de 2018 0 Comentários

Entenda os tipos de dívidas e previna-se

03/05/2017
Segundo pesquisa recente do SPC Brasil, quase metade (46%) dos brasileiros atrasaram ou deixaram de pagar alguma conta em 2016. Além disso, o mesmo estudo ainda destaca, curiosamente, que oito em cada dez brasileiros não sabem ao certo o que é estar endividado.
Se você fosse um dos entrevistados dessa pesquisa, qual das seguintes opções escolheria?
A) uma pessoa com dívidas é aquela que tem contas em atraso.
B) está endividado quem tem o nome cadastrado em entidades de proteção ao crédito.
C) uma pessoa endividada é aquela que possui parcelas a vencer e empréstimos feitos.
De acordo com o SPC Brasil, 45% dos entrevistados escolheram a alternativa A, outros 31% optaram pela resposta B e apenas 21% dos interrogados compreende que, na verdade, dívidas são compromissos a pagar, mesmo que ainda não vencidos. Ou seja, a resposta correta seria a alternativa C.
Que tal entendermos, então, um pouco melhor sobre alguns dos tipos de dívidas mais comuns?
Acompanhe também o que mudou com a nova determinação do Banco Central sobre o rotativo do cartão:
O crédito rotativo e as novas regras
Quando usado com consciência e planejamento, o cartão de crédito torna-se uma ótima ferramenta financeira. Porém, quando se opta por pagar apenas o valor mínimo da fatura, o consumidor entra no crédito rotativo do cartão. Ou seja, uma espécie de crédito automático é liberada e o consumidor só precisará pagar o débito residual (com juros) na próxima fatura.
A questão é que os juros relativos ao crédito rotativo são alguns dos mais altos do mercado (em janeiro deste ano chegaram a 15% ao mês, aproximadamente). E se não houver realmente um bom planejamento para quitação, a dívida pode ir se acumulando aos juros e virar uma bola de neve.
Aliás, as dívidas com o crédito rotativo foram as mais comuns no Brasil em 2016, comprometendo cerca de 19% da população. A situação, inclusive, fez o Banco Central divulgar uma nova determinação que passou a valer no último dia 3 de abril.
A partir de agora, quem optar por pagar o valor mínimo da fatura do cartão não poderá repetir essa opção no mês seguinte. A ideia é restringir o uso do rotativo e motivar os bancos a oferecer soluções de parcelamento com juros mais baixos.
Assim, em vez do consumidor alongar indefinidamente sua dívida, fazendo o pagamento mínimo por vários meses seguidos, o banco deverá oferecer uma linha de crédito para que o consumidor parcele sua dívida, negociando um prazo determinado e juros menores para o pagamento.
Cheque especial
O cheque especial é uma espécie de crédito pré-aprovado de liberação automática. Não é preciso fazer a solicitação do empréstimo. Sabe quando o acaba o saldo da conta corrente, mas continua sendo possível usar o cartão de débito até determinado limite? Esse é o cheque especial.
Sem dúvidas, trata-se de uma comodidade poder gastar mais dinheiro do que realmente se tem na conta sem nem, ao menos, precisar fazer um pedido formal de empréstimo. Mas essa facilidade do cheque especial tem um preço. Afinal, em janeiro deste ano, os juros referentes ao cheque especial estavam em aproximadamente 13% ao mês, porcentagem considerada elevada.
Diante disso, o ideal é ficar atento ao seu orçamento mensal, planejando seus gastos dentro do limite da sua renda, sem precisar depender do cheque especial ou do rotativo do cartão que, apesar de cômodos, são créditos com altos custos agregados.
Financiamentos
Outra dívida comum dos brasileiros é com parcelas de financiamentos, principalmente financiamentos imobiliários e financiamentos de automóveis. Em ambos os casos, como a garantia do crédito é o próprio bem, as taxas de juros costumam ser mais baixas (até 3% ao mês, em média). Mas é preciso ter alguns cuidados:
Um financiamento imobiliário tem um longo prazo (em geral, até 30 anos). Portanto, é bom ficar bem atento ao valor das parcelas. Por mais que já exista uma limitação que não permite comprometer mais do que 30% da sua renda comprovada, ainda assim, é necessário verificar se você pode mesmo comprometer esses 30% em um financiamento ou se é melhor diminuir um pouco mais essa porcentagem para conseguir pagar com mais tranquilidade. Afinal, ninguém quer ficar décadas apertado financeiramente.
De qualquer forma, o financiamento imobiliário ainda pode ser visto como um investimento. Enquanto o financiamento de automóveis, não, pois o bem já começa a se desvalorizar desde que sai da concessionária. Isso sem contar os gastos com manutenção, combustível, etc. Por isso, muitos educadores financeiros indicam o consórcio como alternativa ao financiamento de automóveis. Outra boa solução é poupar o dinheiro e investir, deixando para comprar o veículo à vista.
Empréstimos
Apesar de ser uma das modalidades que, na mentalidade popular, está mais associada a dívidas, os compromissos com empréstimos têm sido menos recorrentes que outros créditos automáticos (como o rotativo e o cheque especial). Aliás, as taxas de juros também são, em geral, menores.
O crédito consignado, por exemplo, tem uma das menores taxas de juros do mercado. Afinal, o desconto é feito direto na folha de pagamento ou no benefício do INSS. E pode ser uma boa alternativa quando se tem uma dívida com juros mais altos, para quitá-la e ficar pagando juros menores, com melhores condições de resolver a situação.
Outra opção é o crédito pessoal, com uma taxa de juros que costuma ser um pouco maior do que a do crédito consignado, mas que ainda pode compensar para trocar dívidas de altos juros, caso você não tenha acesso à primeira opção.
De qualquer forma, é aconselhável cautela antes de qualquer solicitação de crédito, analisando a real necessidade do empréstimo, comparando os Custos Efetivos Totais entre várias instituições financeiras e planejando-se para quitar com seus compromissos.
Outras dívidas e dicas
Além dos tipos já citados, outras dívidas bastante frequentes são com os cartões de lojas (vestuário, calçados, eletros etc) e com contas usuais (luz, água, telefone, Internet etc).
Para evitar situações assim, lembre-se:

  • Evite compras por impulso. Reavalie sua real necessidade de compra, pensando bem antes de criar uma nova dívida.
  • Acompanhe de perto seu orçamento mensal. Mantenha um controle frequente das suas despesas e não gaste mais do que recebe.
  • Pesquise sempre os menores preços e as melhores condições e não deixe de pedir desconto sempre que possível.
  • Se necessário, faça substituições para economizar. Troque a academia por exercícios ao ar livre, o cinema pela sessão pipoca em casa, o carro pelo transporte público ou pela bicicleta, se possível, etc.

(Fonte: O Seu Dinheiro Vale Mais)

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serpros 3 de maio de 2017 0 Comentários

Saúde financeira para além da aposentadoria

18/01/2017
Quem acha que controlar as finanças é poupar apenas até se aposentar pode estar enganado. Um estudo da Serasa Experian revelou que o número de inadimplentes com 61 anos ou mais em todo o país era de 7,5 milhões em julho de 2016, representando 12,7% do total de pessoas com dívidas atrasadas.
Muitas vezes, o uso inadequado de cheque especial, do cartão de crédito ou de empréstimos podem ser determinantes para o desequilíbrio no orçamento familiar, conforme orienta o especialista em educação financeira Edmilson Lyra. No entanto, não é preciso se desesperar.
Para quem já se aposentou e está no grupo dos endividados, a primeira recomendação do especialista é listar os gastos mensais, juntamente com o custo do endividamento. “Posteriormente, faça um levantamento de todas as receitas que você tem. Pelo lado das despesas, corte gastos e evite desperdícios. Compre só o essencial, o necessário”, reforça.
Para aumentar a receita, Edmilson lembra que vários aposentados estão procurando trabalhos alternativos, tais como: consultoria, assessoria, serviços na área educacional, ou mesmo colocando em prática outras habilidades que já existiam, mas que em função da fase laboral, nunca foram desenvolvidas. “Quem não tem um ‘Masterchef’ em casa?”, sugere.
A disciplina e o controle de gastos devem acontecer de tal maneira que permitam a manutenção de uma vida tranquila pelo maior tempo possível, segundo aponta o especialista. “Recomenda-se, a quem pode, sempre fazer uma reserva especial para suportar os altos gastos com saúde e remédios, dado que iremos viver cada vez mais”, conclui.
A Associação Brasileira de Educação Financeira (Abef) oferece em seu site a Cartilha de Educação Financeira e Previdenciária, com dicas para uma melhor organização das despesas pessoais e orientações sobre o sistema de previdência complementar. Consulte aqui. O Serasa Consumidor também disponibiliza na sua página na internet um guia para uma aposentadoria tranquila. Conheça.

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serpros 18 de janeiro de 2017 0 Comentários

Como economizar na ceia de Natal?

14/12/2016
No Brasil, fim de ano é sinônimo de festa. A ceia de Natal, aliás, é uma das mais esperadas e tradicionais. E merece ser comemorada com tudo que tem direito. Mas para isso, não precisa gastar muito. Com um pouco de planejamento, é possível economizar nas compras e, ainda assim, fazer uma ceia deliciosa. Veja só:
Comece inovando nas receitas
Considere substituir alguns ingredientes e pratos. Seja criativo! Você pode, por exemplo, substituir o tradicional peru por um pernil suíno ou trocar o bacalhau por um filé de merluza.
Analise a quantidade e o valor dos ingredientes incluídos em cada prato para decidir o melhor cardápio. Parando para fazer essa reflexão, você pode, por exemplo, optar por uma maionese de batatas no lugar de um salpicão que exigiria mais ingredientes ou, talvez, substituir as passas do arroz à grega por legumes de preço menor etc.
Claro que tudo vai depender da quantidade de participantes da ceia de Natal, mas se a ideia é economizar, um cardápio básico incluiria:
alguns petiscos e saladas de entrada (podem ser frutas, saladas frias ou até sanduichinhos de pão com maionese);
um prato principal com um tipo de carne;
e uma sobremesa barata (como um sorvete, um panetone recheado ou uma porção de rabanadas).
Frutas nacionais da estação para acompanhar
Em vez de frutas e castanhas importadas, escolha as frutas nacionais, de preferência, as da estação.
Como exemplo, dezembro é período de safra da manga, da melancia, do melão amarelo, da laranja, do figo, do pêssego nacional e da uva niágara. Frutas de sabor bem brasileiro, que também ficam ótimas na decoração das mesas.
Convidados trazem as bebidas
Em muitas festas, essa prática já é comum. Aliás, muitas vezes, entre familiares e amigos, o combinado é cada convidado ser responsável por um prato. Mas caso você queira oferecer a ceia de Natal aos seus convidados, sem ter que gastar necessariamente com tudo, peça que cada um traga a bebida de sua preferência e garanta só o básico.
Faça uma lista do que vai precisar
Agora que você já planejou o que irá servir, é hora de listar o que precisa comprar, levando em conta o número de convidados/familiares que participarão da ceia.
Indo ao supermercado com a lista em mãos, fica mais fácil resistir às tentações e promoções da época.
Pesquise preços antes de comprar
Seja em encartes e anúncios de supermercados, em folhetos promocionais ou pela Internet, não deixe de comparar bem os produtos, os preços e as promoções antes de sair de casa.
Algumas redes de supermercados ainda oferecem desconto no preço final da compra caso seja apresentado folheto de oferta de concorrente mostrando o(s) mesmo(s) produto(s) em valor(es) inferior(es).
Não deixe as compras para a última hora
Evite o aumento de preços que costuma acontecer na véspera das festas. Em alguns locais, a variedade da oferta de produtos também diminui na última hora. E em geral, as filas aumentam muito. Se quer economizar na ceia de Natal, planeje-se e faça as compras com antecedência.
No faça compras com pressa
Indo às compras com tranquilidade, você pode fazer melhores escolhas. Sem ser pressionado pelo tempo, é possível verificar a validade dos produtos com calma, comparar marcas e preços, etc. Se quer economizar, planeje-se, faça compras com antecedência e sem pressa.
(Fonte: O Seu Dinheiro Vale Mais)

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serpros 14 de dezembro de 2016 0 Comentários

Final de ano com as finanças em dia

30/11/2016
Após um ano de economia em recessão, inflação em alta e desemprego crescente, pode ser que seu orçamento esteja precisando de uma boa revisão. Ainda mais com a aproximação das festas de Natal e Ano Novo que, junto com as férias e as contas de início de ano (como impostos e material escolar), podem acabar custando mais que o esperado.
Então, que tal seguir um passo a passo simples para colocar seu orçamento em dia? Acompanhe:
1 – Organização é o primeiro passo
Como você controla suas finanças? Você usa uma planilha financeira ou aplicativo online para organizar suas contas? Ou acha que uma olhadinha no extrato bancário de vez em quando já é suficiente?
Sabia que prestando mais atenção aos seus gastos e planejando melhor suas finanças, você pode ter ganhos além do esperado? Registrar todas as suas rendas e despesas em uma planilha financeira, por exemplo, pode ser uma ótima forma de organizar seu orçamento. Assim, você consegue visualizar melhor suas finanças e fazer um planejamento financeiro mais eficiente.
2 – Planejamento 2016/2017
Com seu orçamento organizado, conseguindo visualizar melhor suas rendas e despesas, é hora de começar a planejar-se para as contas de final de ano e também para as contas do início do próximo ano.
Para muitos, o final do ano costuma ser o momento de receber um salário extra – o 13º – mas o período também é marcado por gastos extras com festas, presentes, roupas etc. Além de ser seguido por outros como IPTU, IPVA, seguros, matrícula e material escolares etc.
Então, não deixe de colocar tudo na ponta do lápis para não se perder. Liste todas as despesas extras que terá e planeje-se para quitá-las, se necessário, fazendo um esforço de economia para não prejudicar seu orçamento. Reconhecer antecipadamente a necessidade desse esforço de economia pode ser melhor do que lidar com as dívidas depois.
3 – Se você tem dívidas, resolver isso deve ser sua prioridade financeira
Comece descobrindo o tamanho do problema: liste suas dívidas, incluindo valor e número de parcelas. Em seguida, veja em que casos é possível negociar os pagamentos com juros mais baixos.
Considere, também, a possibilidade de trocar várias dívidas por uma menor.
Por exemplo, se você tem dívidas no cheque especial e no crédito rotativo do cartão (que possuem alta taxa de juros) pode buscar uma linha de crédito com taxa inferior (como o crédito consignado e, em alguns casos, o empréstimo pessoal).
A partir daí, o recomendável é replanejar seu orçamento, acompanhando-o com rigor, economizando pelo menos 15% dos seus ganhos para saldar os compromissos.
4 – Se você ainda não poupa dinheiro, comece já
Sim, você precisa economizar. Independentemente do seu padrão de vida ou situação financeira, poupar é uma atitude responsável e economicamente inteligente. Seja para não comprometer seu orçamento em um caso de emergência, seja para garantir seu futuro ou para realizar seus sonhos.
Se você não tem dívidas, pelo menos 15% dos seus ganhos deveriam ser poupados, de acordo com especialistas.
Não espere o dinheiro sobrar. Reveja seu orçamento e planeje-se para começar a poupar.
5 – Como ter uma renda extra no final de ano?
Você organizou seu orçamento, fez os cálculos das contas de fim e início de ano, mas está difícil fazer o dinheiro render? Já pensou em tentar conseguir uma renda extra neste fim de ano? Veja algumas opções:
– Vagas temporárias – com as vendas aquecidas no período, muitos estabelecimentos contratam funcionários para vagas temporárias, principalmente no comércio. Se você tem tempo disponível, essa pode ser uma opção interessante.
– Bazar de Natal – que tal aproveitar o período para fazer uma faxina nos armários e tirar aquelas peças que não usa mais para revender? A ideia também pode se estender para acessórios, calçados e até móveis. E você pode fazer um bazar em sua casa para revender ou anunciar os itens em sites de seminovos.
– Revisão de monografias – nesta época, muita gente ainda está entregando trabalhos e monografias que precisam de revisão ou diagramação. Se você é familiarizado com as regras da ABNT, essa pode ser uma boa alternativa para ganhar uma renda extra.
– Aluguel de espaço – vai viajar e deixar a casa vazia? Já pensou em alugar o espaço enquanto viaja? Sites como o airbnb.com possibilitam o aluguel de espaço, colocando proprietários e locadores diretamente em contato.
E essas são só algumas formas de conseguir uma renda extra. Confira outras!
Extra: repense a administração do seu dinheiro
Você sabe quanto paga por cada produto e serviço oferecido pelo seu banco? Sabe quanto são as taxas de juros cobradas por financiamento e empréstimos? Sabe quais são as políticas da instituição?
Para ter maior segurança do rendimento das suas reservas, não basta guardar seu dinheiro em um grande banco; é preciso acompanhar de perto suas finanças.
Sabia que, em uma cooperativa financeira, você é um dos sócios e pode participar de todas as decisões e política da instituição? Além disso, cooperativas não visam lucro e, por isso, podem oferecer os mesmos produtos e serviços financeiros de um banco com taxas bem mais competitivas. E se mesmo assim existirem sobras, elas podem ser repartidas entre os associados. Para ter mais vantagens na administração do seu dinheiro, vale a pena conferir os diferenciais desse tipo de instituição.
 
(Fonte: Blog O Seu Dinheiro Vale Mais)

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serpros 30 de novembro de 2016 0 Comentários

Artigo: Atenção ao planejamento financeiro depois dos 40 anos

17/11/2016
É consenso entre os orientadores financeiros que quanto mais jovem começamos a adotar a prática do planejamento financeiro, mais fácil fica a tarefa de reunir elementos que favorecem o crescimento financeiro pessoal, a formação de patrimônio e a conquista de uma aposentadoria mais tranquila.
Para saber como o planejamento financeiro depois dos 40 anos pode ser a oportunidade perfeita para definir como será a vida após a aposentadoria, leia o artigo do educador financeiro Ricardo Pereira, no site Dinheirama.

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serpros 17 de novembro de 2016 0 Comentários

Artigo: dicas para manter as finanças em dia

20/10/2016
Uma grande parcela da população já esteve envolvida com dívidas e problemas financeiros diversos.
Por inúmeras razões, em algum momento essas pessoas perdem o controle sobre seus gastos e acabam contraindo dívidas, inclusive para manter os pagamentos essenciais.
É por essas e outras razões que o controle financeiro é fundamental, partindo de um planejamento eficiente e realista.
Para entender a importância do controle financeiro para manter as finanças em dia, leia aqui o artigo do educador financeiro Ricardo Pereira, no site Dinheirama.

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serpros 20 de outubro de 2016 0 Comentários