O Conselho Deliberativo do Serpros, em sua 15ª Reunião Extraordinária, realizada em dezembro de 2025, aprovou a manutenção das fontes de custeio do Plano de Gestão Administrativa (PGA) para o ano de 2026. Essa decisão demonstra o compromisso da Entidade com uma administração responsável, transparente e sustentável, assegurando a continuidade dos serviços prestados aos participantes e assistidos.
A partir de janeiro de 2026, permanecem inalteradas as seguintes fontes de custeio do PGA:
- Taxa de Administração incidente sobre o patrimônio dos planos de benefícios:
- 0,33% ao ano (0,03% ao mês) para PS-I e PS-II; e
- 0,60% ao ano (0,05% ao mês) para o plano Ser+.
- Taxa de Carregamento incidente sobre as contribuições previdenciárias:
- Nula para todos os planos de benefícios.
- Taxa de administração decorrente de empréstimos e financiamentos:
- 0,20% sobre Operações com Participantes.
- Resultado dos investimentos do PGA.
- Receitas diretas e Outras Receitas: receitas oriundas de pró-labore de seguradoras e parcerias, de ganho na venda de ativo imobilizado, receitas com publicidade e outras.
O Serpros realiza, anualmente, estudo econômico, financeiro e atuarial para projetar o Fundo Administrativo nos próximos 10 anos, com o objetivo de assegurar o equilíbrio entre receitas e despesas administrativas. O último estudo confirmou que, na maior parte do período projetado, as receitas superam as despesas, garantindo a sustentabilidade do PGA sem necessidade de aumento de taxas ou redução de despesas.
Em conformidade com a Portaria Previc nº 563/2024, o Serpros está enquadrado na segmentação S2, que reúne 74 entidades, das quais 16 são de patrocínio público federal. Nesse contexto, a taxa de administração de 0,33% ao ano posiciona o Serpros como a quarta menor entre essas entidades, evidenciando sua competitividade no setor.
A Diretoria e os Conselhos mantêm o compromisso de assegurar o equilíbrio entre receitas e despesas administrativas, com eficiência e transparência, por meio do monitoramento contínuo dos indicadores de gestão, da busca por novas fontes de receita, da ampliação da base de participantes dos planos PS-II e Ser+, inclusive com a adesão de novos instituidores, e da adoção das melhores práticas de governança, visando à sustentabilidade de longo prazo da Entidade.


