Serpros oferece segurança e solidez: panorama dos planos PS-I e PS-II

06/12/2018
Reunimos abaixo as principais informações dos planos PS-I e PS-II atualizadas em outubro/2018. Os dados mostram a robustez da entidade para honrar os compromissos com os participantes.
O Plano Serpro I, saldado desde 2013 e fechado para adesões, tem 2.081 participantes ativos e 3.893 assistidos, destes 72,39% estão recebendo aposentadoria; 11,30% recebendo aposentadoria por invalidez; 16,13% recebendo pensões e 0,18% o benefício de Auxílio-Doença. O PS-I acumula um patrimônio de cobertura de R$ 2,16 bilhões e, embora deficitário em R$ 119,26 milhões, está dentro da zona de equilíbrio técnico, de acordo com a Resolução CNPC 22/2015. Ou seja, não há necessidade de aumentos de contribuição e é possível que o déficit seja reduzido ou eliminado ao longo dos anos.
O Plano Serpro II tem 7.275 ativos e 696 assistidos. Destes, 71,70% estão recebendo benefício de aposentadoria; 11,35% a aposentadoria por invalidez; 14,94% recebendo pensões por morte e 2,01% estão em Auxílio-Doença.
A parcela de Benefício Definido, aquela instituída para atender as coberturas de risco dos participantes e assistidos, acumula um patrimônio de aproximadamente R$ 1,20 bilhões e superávit de R$ 295 milhões. A parcela de Contribuição Definida, relativa aos saldos de contas, está permanentemente equilibrada e varia com a rentabilidade, entrada de contribuições e pagamentos de benefícios e resgates. Essa parcela do PS-II encerrou o mês de outubro com um patrimônio de R$ 1,94 bilhões.

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serpros 6 de dezembro de 2018 0 Comentários

Previdência complementar: indispensável para um futuro mais tranquilo

06/12/2018
O final do ano chegou e com ele aquela lista de promessas para o ano seguinte: “vou fazer dieta”; “vou ter mais disciplina”; “vou poupar mais dinheiro” etc. Preparar-se para o futuro é sempre uma boa ideia. Melhor ainda se você tem a chance de investir em uma previdência complementar como o Serpros.
Pensando nisso, ampliamos o incentivo às adesões ao Plano Serpro II (PS-II) para lembrar aqueles que ainda não estão inscritos sobre a importância de planejar a aposentadoria desde cedo. Afinal, quem não quer viver a etapa pós-laborativa sem preocupações e independente financeiramente?
Incentive seus colegas a planejar o futuro, a pensar em como viveriam se não pudessem mais trabalhar. Teriam os recursos necessários para manter o padrão de vida que vêm usufruindo? Para refletir sobre as possibilidades de alcançar uma aposentadoria saudável, o primeiro passo é buscar informações.
Saiba mais sobre o Plano Serpro II
Acesse o regulamento do Plano Serpro II

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serpros 6 de dezembro de 2018 0 Comentários

Previdência complementar é tema de seminário na Escola de Magistratura do RJ

11/07/2018
A gerente jurídica do Serpros, Dra. Gisele Cantuária Seixas, que é advogada especialista em previdência complementar, participou do evento “Desvendando a Previdência Complementar e Seus Desafios Atuais”, promovido pela Escola de Magistratura do Estado do Rio de Janeiro (Emerj), na quinta-feira, 5 de julho.
A mesa também foi composta pela Dra. Anette Lopes Pinto que é a chefe do escritório da Previc no Rio de Janeiro – órgão de fiscalização da previdência complementar –, pelo professor de Direito Previdenciário Dr. Fábio Zambite e pela atuária e pós-graduada em Direito Previdenciário Drª. Marília Cunha Castro, tendo como debatedora a Juíza de Direito Drª. Márcia Hollanda.
“A grande importância deste evento foi a oportunidade aberta pelo Judiciário do Rio de Janeiro de se esclarecer e debater sobre a previdência complementar – tema atualmente tão mencionado pela imprensa, mas tão pouco compreendido”, afirma a Drª Gisele.
Os palestrantes discorreram desde os aspectos mais básicos até as questões mais recorrentes que estão batendo às portas do Poder Judiciário. O ponto enfatizado foi a previdência complementar fechada, os chamados fundos de pensão, segmento integrado pelo Serpros.
Ao final, após contar com dois auditórios repletos de advogados, magistrados, estudantes de Direito e outros operadores do Direito interessados no assunto, a presidente do Fórum Permanente dos Juízos Cíveis, a desembargadora Teresa de Andrade, organizadora do evento, cogitou sugerir sua realização também junto ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), a fim de levar àquele Tribunal Superior informações deste segmento tão específico.

Abaixo da imagem, público assiste ao seminário. Meio para cima da image, palestrantes de frente para o público

Público participa do seminário na Escola de Magistratura do Rio de Janeiro (Foto: Divulgação / Emerj)

 
A gerente jurídica do Serpros, Dra. Gisele Cantuária Seixas, que é advogada especialista em previdência complementar, durante sua apresentação (Foto: Divulgação / Emerj)

A gerente jurídica do Serpros, Dra. Gisele Cantuária Seixas, que é advogada especialista em previdência complementar, durante sua apresentação (Foto: Divulgação / Emerj)

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serpros 11 de julho de 2018 0 Comentários

Comitês e comissões Abrapp: Relação de profissionais do Serpros é aprovada

20/03/2018
A Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp) aprovou a relação dos profissionais do Serpros indicados pela Diretoria Executiva para compor as novas estruturas dos comitês e comissões técnicas no período 2018-2020.
Os comitês são nacionais e têm a finalidade de oferecer subsídios para a realização de estudos, treinamento e desenvolvimento dos profissionais. As comissões técnicas são regionais e visam o fortalecimento e desenvolvimento da previdência complementar fechada. Ambos com o objetivo de apoiar tecnicamente às ações da diretoria da Abrapp.
Conheça os profissionais do Serpros que fazem parte das comissões técnicas Sudeste da Abrapp:
comissoesabrapp

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serpros 20 de março de 2018 0 Comentários

As três principais vantagens da aposentadoria programada

14/03/2018
Um dos benefícios de ser participante do Plano Serpro II, além da paridade contributiva do patrocinador, é a chance de receber por toda vida o benefício de aposentadoria complementar. Conheça as três principais vantagens da aposentadoria programada:
1) O benefício é mensal e vitalício.
2) No momento do requerimento da aposentadoria, é possível optar pela parcela à vista, cujo valor pode ser de até 25% da parcela da conta individual constituída pelas contribuições básicas e variáveis ou de até 100% da parcela da conta individual constituída pelas contribuições espontâneas e portabilidade. Em ambos os casos, o saldo remanescente é transformado em renda mensal vitalícia.
3) O participante tem a chance de desenvolver um planejamento adequado de sua vida financeira após o período laboral e usufruir melhor a aposentadoria, pois sabe que pode contar com aquele valor adicional ao INSS.

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serpros 14 de março de 2018 0 Comentários

A que se destina a Contribuição Risco?

14/03/2018
O PS-II é um plano de benefícios previdenciários estruturado na modalidade de Contribuição Variável (CV) — conjugação das modalidades Contribuição Definida (CD) Benefício Definido (BD). Esta última categoria é destinada à cobertura dos benefícios de risco dos participantes, seus beneficiários e designados em caso de doença, invalidez, reclusão ou morte.
A Contribuição Risco é realizada mensalmente por todos os participantes do plano e tem paridade do patrocinador.
O cálculo desses benefícios é realizado individualmente e leva em consideração o Salário de Contribuição (*), a idade de ingresso no plano e 14 VRS (**).
(*) O salário de contribuição compreende a soma das parcelas relativas a salário, gratificações e adicionais pagos habitualmente. Rubricas de incorporação compõem o salário de contribuição do PS-II.
Obs.: Hora extra e férias (terço constitucional) não compõem o salário de contribuição.
(**) Valor de Referência Serpro II, que atualmente corresponde a R$ 367,21.

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serpros 14 de março de 2018 0 Comentários

IR 2018: saiba como declarar seu plano previdenciário

08/03/2018
A Receita Federal disponibilizou no dia 26 de fevereiro, em sua página na internet, o programa gerador do Imposto de Renda 2018, referente ao ano-base 2017. O prazo para a entrega das declarações é 30 de abril.
Para deduzir as contribuições efetuadas ao plano previdenciário, os participantes do Serpros deverão selecionar o código 36 no quadro Pagamentos e Doações Efetuadas e informar o nome da entidade de previdência complementar (Serpros Fundo Multipatrocinado), o CNPJ (29.738.952/0001-99) e o valor total de contribuições pagas em 2017. Vale lembrar que o limite para a dedução das contribuições é de 12% dos rendimentos tributáveis no ano.
Leia também:
Instrução Normativa 1343. Tire suas dúvidas sobre a dedução do IR
Conheça as novidades apresentadas na declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física 2018

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serpros 8 de março de 2018 0 Comentários

Serpros decifra: o que é meta atuarial

23/02/2018
No ano de 2018, a meta atuarial aprovada pelo Conselho Deliberativo (CDE) para o PS-II é o INPC + 5,58% ao ano (a.a) e para o PS-I, INPC + 5,67% a.a. A “meta atuarial” define quanto os recursos financeiros dos planos precisam render ao serem investidos para pagar todos os benefícios contratados na adesão, até o fim da vida (renda vitalícia) de cada participante e de seus beneficiários, incluindo cônjuge e filhos. Desta forma, a meta atuarial é uma das premissas que interferem no valor do benefício a ser concedido.
A parte do rendimento que deve alcançar o indicador Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) é para acompanhar a inflação do período. Já os percentuais 5,58% a.a e 5,67% a.a representam juros reais estimados. É o quanto o patrimônio deve aumentar no ano, além da inflação, para termos ganhos reais.
Nos simuladores do PS-II, é possível acompanhar as projeções de aposentadoria, com esta nova meta atuarial para o ano de 2018.
Para saber mais sobre outros termos técnicos, acompanhe os próximos informativos e acesse a nossa página no Facebook.

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serpros 23 de fevereiro de 2018 0 Comentários

Fundos de pensão vivem ano de recuperação

14/12/2016
Os fundos de pensão, que devem fechar o ano de 2016 com rentabilidade acima de suas metas atuariais, tendem a manter uma estratégia conservadora e de muita cautela na tomada de riscos em seus investimentos em 2017. As estimativas da Abrapp para este ano apontam uma rentabilidade média projetada em 18,23% para as carteiras das Entidades Fechadas de Previdência Complementar, frente a uma meta atuarial de 14,49%. Esse resultado considera o cenário mais provável, ou seja, a expectativa de que o Ibovespa encerre o ano na marca dos 65 mil pontos, informou José Ribeiro Pena Neto, presidente da Abrapp, durante encontro de final de ano com a imprensa nesta terça-feira (6). Há também um cenário mais pessimista, no qual o Ibovespa ficaria em 58,5 mil pontos, caso em que a rentabilidade recuaria para 15,87% no ano, ainda acima da meta atuarial. Já num ambiente mais otimista, com a Bolsa batendo os 71,8 mil pontos, a rentabilidade projetada subiria para 20,59%.
O retorno dos investimentos no mês de agosto, mais recente dado do Consolidado Estatístico da Abrapp, ficou acima da taxa de juros padrão, com resultado de 1,07% contra 0,84% da TJP. A rentabilidade acumulada no ano de 2016 até agosto ficou em 12,19%, frente a uma TJP de 10,7% e o resultado acumulado de 2002 até agosto de 2016 aponta um retorno de 660,28%, contra uma necessidade atuarial de 527,34%. Os planos BDs representam 66,8% dos ativos dos fundos de pensão, seguidos pelos planos CVs, com 22,2% e CDs, com 11%. Um dos destaques foi o crescimento de quase 18% nos ativos dos planos instituídos, que atingiram R$ 5,27 bilhões em agosto.
Cautela na tomada de risco – “Este tem sido um ano de recuperação para os investimentos dos fundos de pensão e nem mesmo a instabilidade política que tem afetado o desempenho da Bolsa no final de novembro e início de dezembro serão capazes de trazer um impacto negativo às EFPCs em relação a suas metas”, diz Pena Neto. A grande preocupação diz respeito ao ano de 2017, para o qual a Abrapp havia traçado expectativas mais animadoras e que podem ter sido afetadas por acontecimentos mais recentes. “O repertório de incertezas é muito grande e dificulta o otimismo, mas ainda esperamos um ano melhor”, afirma o dirigente.
Diante das incertezas, a perspectiva é de que os fundos de pensão continuem cautelosos e bastante seletivos em seu apetite a risco, ainda que haja sinais de maior interesse pelos investimentos em renda variável nas políticas desenhadas para o próximo ano. “As entidades certamente procurarão tomar um pouco mais de risco, mas ainda serão conservadoras uma vez que o nível de ganho proporcionado pelos títulos públicos segue elevado e não há motivo para ampliar muito o risco no atual cenário”, acredita Pena Neto.
A expectativa era de que a alocação em renda fixa começasse a perder terreno em meados de 2017, abrindo espaço para que os fundos de pensão voltassem a diversificar mais suas carteiras, mas as circunstâncias macroeconômicas inspiram maior cautela e as entidades redobraram seus cuidados em relação a investimentos na economia real. “O desempenho da economia reduziu o apetite por risco, mas havendo oportunidades interessantes, os fundos de pensão continuam atentos”, lembra Pena Neto. Ele critica a “demonização” dos investimentos em ativos reais, particularmente no caso dos FIPs, e observa que mesmo aqueles que seguiram critérios técnicos rigorosos, sem qualquer sinal de má gestão, acabaram perdendo por conta do cenário macroeconômico do país. “Entretanto, não é porque não deram certo no passado que devemos transformar esse tipo de alocação em pecado, os fundos de pensão precisam manter sua preocupação com oportunidades de investimento a longo prazo”.
O mercado de capitais, avalia Pena Neto, continua na mira dos fundos de pensão, incluindo aí as possíveis oportunidades representadas pelos IPOs que surgirem no próximo ano, mas essas decisões dependerão sempre de uma cuidadosa análise da relação risco/retorno. “As entidades têm que tomar um pouco mais de risco para que os ativos rendam acima do mínimo atuarial, até para compensar o aumento da longevidade, mas é natural que os fundos de pensão que não tiveram a melhor performance em renda variável fiquem com o pé atrás, enquanto os maiores devem ter maior apetite pelas oportunidades”.
Fomento em destaque – A Abrapp, que vem apresentando um plano estratégico de fomento do sistema de previdência complementar fechada, tem uma expectativa positiva em relação à aprovação de algumas medidas fundamentais em 2017. Até porque, como lembra Pena Neto, se não houver incentivo ao fomento, em breve os fundos de pensão mais maduros, que são pagadores de benefícios e não recebem mais contribuições, irão acabar. “Ao mesmo tempo, as fundações mais novas ainda não conseguem repor essa diferença, então é urgente que se tome medidas pensando na manutenção e crescimento do sistema”.
O principal passo, acredita o presidente, será transformar o Conselho Nacional da Previdência Complementar – CNPC – em um órgão mais estratégico e menos burocrático. “Ao lado da agenda operacional, será preciso ter uma agenda estratégica em 2017, um esforço que contemple pontos importantes de fomento”.
Reforma – Em relação à reforma da Previdência Social que acaba de ser anunciada pelo governo federal, a Abrapp considera essencial que se adotem medidas para buscar o equilíbrio e enfrentar o aumento da longevidade da população, como o aumento da idade mínima para aposentadoria, e defende a necessidade de um amplo programa de comunicação para divulgar essas medidas. Já o modelo sugerido pela Associação leva em conta que se reduza o teto de benefícios do INSS sem reduzir a contribuição compulsória pelos trabalhadores. “Desse modo, a diferença seria utilizada para um pilar de capitalização individual, cada pessoa teria uma conta capitalizada e gerida pelas entidades privadas de previdência”. ( Martha E. Corazza )
(Fonte: Diário dos Fundos de Pensão/Abrapp)

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serpros 14 de dezembro de 2016 0 Comentários

Comitê Estratégico de Supervisão vai avaliar riscos no sistema de previdência complementar

06/10/2016
A fiscalização mais efetiva dos fundos de pensão tem sido pautada com frequência em diversas instâncias do governo e da sociedade civil organizada. Com esse foco, a Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc) está promovendo um novo modelo de supervisão baseado em risco, que permite ao órgão uma atuação mais ativa e preventiva.
Sobre o assunto, a Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp) divulgou em seu site, no dia 27 de setembro, a matéria “Comitê estratégico e revisão da 3.792: novidades na supervisão”, na qual informa sobre os objetivos da nova instância de supervisão das EFPC, desenvolvida pela Previc.
Para entender um pouco mais do assunto, leia a seguir a matéria na íntegra:
Comitê estratégico e revisão da 3.792: novidades na supervisão
O sistema de previdência complementar fechado ganhará uma nova instância de supervisão, com foco na visão prudencial, o Comitê Estratégico de Supervisão, vinculado à Central de Inteligência da Previc. A primeira reunião do novo comitê deverá ocorrer no início de novembro, segundo explica o diretor de Assuntos Atuariais, Contábeis e Econômicos da Previc, Fabio de Sousa Coelho. “O objetivo é ter um órgão que possa avaliar os riscos do sistema, inspirado no modelo utilizado pelo Comitê de Estabilidade Financeira do Banco Central, dentro de uma diretriz de supervisão prudencial”, explica Coelho.
À medida que os riscos forem identificados e avaliados pelo comitê, será acionada a Central de Inteligência, numa iniciativa que está alinhada às melhores práticas mundiais. Ter um fórum especial com foco nos riscos de curto prazo das EFPCs será fundamental, segundo o diretor, para consolidar o novo conceito de supervisão dos fundos de pensão.
Investimentos – Ao mesmo tempo, a Previc trabalha para concluir a minuta de uma nova versão para a Resolução nº 3.792 do Conselho Monetário Nacional, que desde 2009 regulamenta os investimentos das EFPCs. As sugestões para alterações nesse conjunto de regras deverão ser submetidas à apreciação do CMN na reunião de novembro, informa Coelho. O trabalho de revisão e atualização da norma tem sido articulado pela Previc com a Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda e amplamente discutido com a Abrapp e outros representantes do sistema, assim como com entidades dos mercados financeiros.
O ideal é que o modelo seja mais adequado às necessidades de alocação de ativos pelos fundos de pensão. A nova versão já está bem amarrada do ponto de vista técnico e em estágio avançado de articulação com o Ministério da Fazenda, observa o diretor da Previc, mas ainda precisará ser melhor definida pelas instâncias decisórias. O objetivo é ter uma regulação que enfrente melhor as questões ligadas aos riscos, controles internos e governança dos investimentos, explicitando melhor inclusive os deveres dos dirigentes”.
Sustentabilidade – Nessa linha, a nova 3.792 deverá trazer também algumas novidades no que diz respeito aos investimentos sustentáveis, um tema discutido cada vez com maior interesse pelos investidores institucionais. “Pretendemos ampliar e explicitar melhor esse assunto na legislação, hoje ele já é mencionado nas políticas de investimento dos fundos de pensão, mas a ideia é avançar para que os projetos de private equity e as Sociedades de Propósito Específico (SPEs) também incluam a sustentabilidade nas avaliações dos investimentos”, afirma o diretor da Previc. Ele pondera que a limitação do mercado de investimentos doméstico não permitiria ainda tornar obrigatórios os requisitos de sustentabilidade e governança, mas a semente, que foi plantada na 3792, ganhará um reforço com as mudanças regulatórias.
O tema dos critérios ASG (Ambientais, Sociais e de Governança) ganhou destaque inclusive nos debates promovidos pelo 37º Congresso Brasileiro dos Fundos de Pensão. Na avaliação feita pela procuradora do Banco Central, Luciana Moessa de Souza, a incorporação de variáveis ASG na gestão de investimentos deveria ser obrigatória, uma vez que esses critérios impactam a rentabilidade no longo prazo. “Também é importante que o regulador da previdência complementar torne obrigatória a divulgação da aplicação desses critérios, sobretudo junto aos participantes dos planos”. Ela lembra que o Conselho da União Europeia aprovou proposta nesse sentido em junho deste ano.
No cenário global, os fundos de pensão mais conhecidos por suas boas práticas nessas áreas são a ERAFP (maior fundo de pensão de servidores públicos da França) e Svenskakyrkan (Igreja Sueca). No Brasil, segundo a procuradora, as três entidades mais destacadas por suas boas práticas são a Previ, a Infraprev e a Fundação Real Grandeza. “O alargamento do horizonte temporal é fundamental nas análises de rentabilidade e é por isso que, quando pensamos em ASG, pensamos em fundo de pensão”. ( Martha E. Corazza )
Fonte: Diário dos Fundos de Pensão da Abrapp

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serpros 6 de outubro de 2016 0 Comentários